
O comentarista da Jovem Pan Thiago Asmar postou um vídeo com orgasmos múltiplos nas redes sociais ao saber que Wagner Moura não levou o prêmio de melhor ator no Oscar de 2026 pelo seu trabalho no filme “O Agente Secreto”.
O longa de Kleber Mendonça Filho conta a história de um professor de universidade pública perseguido pela ditadura após bater de frente com os interesses de um empresário corrupto. O filme mostra as conexões entre ditadura, corrupção policial e a milícia – tudo o que atrasa o desenvolvimento nacional desde que os portugueses chegaram por aqui, mas principalmente quando grupos autoritários tomam o poder e fazem daqui o que bem quiserem. Inclusive eliminar quem denuncia as pequenas e grandes corrupções do regime.
“‘O Agente Secreto’ é um filme sobre memória — ou sobre a falta de memória — e sobre trauma geracional. Acho que, se o trauma pode ser passado entre gerações, os valores também podem”, disse Wagner Moura ao receber o Globo de Ouro de Melhor Ator pelo filme, no fim de 2025.
Jornais como o “The New York Times” classificaram “O Agente Secreto” como um filme com forte peso artístico e político – e que todos deveriam ver. E classificou a atuação de Moura como uma das melhores de 2025.
O “Washington Post” foi na mesma linha. Resumiu o longa como “um dos melhores thrillers políticos do ano” e atuação de Moura como “muito potente”.
Ainda assim para Asmar, que é mas conhecido como “Pilhado”, foi às redes dizer que a derrota de Wagner Moura no Oscar era uma vitória do Brasil. Para ele, o ator “não representa o povo brasileiro” e age contra o país. “Bosta” e “hipócrita” foram algumas das palavras usadas para se referir a Wagner Moura, que ao fim do vídeo ele disse odiar – assim mesmo, sem meias palavras.
A razão, ao que parece, é que Moura se nega a votar nos mesmos candidatos de Pilhado em períodos eleitorais. Parece.
O chilique de Pilhado, assim como o personagem que ele interpreta nas redes, envelheceu mal.
Nesta quarta-feira a revista “Time” divulgou a lista das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2026. E, para desespero do dublê de crítico de cinema patriótico, o ator brasileiro não só estava na lista como foi escolhido para estampar uma das capas globais da edição.
“Eu falo as coisas, não tenho medo”, diz Moura na entrevista.
Moura é hoje um símbolo do novo fôlego do cinema latino-americano. É o que diz a “Time”.
Já o moço da Jovem Pan tem um grande passado pela frente. Como personagem destemperado dos esquetes na Jovem Pan, é ainda um ótimo escada do pentacampeão Vampeta.
