
Menina de 11 anos morre após ficar com a cabeça presa em janela, em Itumbiara
A mãe de Ana Cecília Oliveira dos Santos, de 11 anos que morreu após ficar com a cabeça presa na janela do banheiro de casa, em Itumbiara, no sul de Goiás, desabafou nas redes sociais sobre a dor da perda. Em uma publicação, ela afirmou que ainda não consegue aceitar a morte da filha e que revive a cena com frequência. “Arrancou uma parte de mim sem pedir licença”, escreveu.
No relato, a mãe descreveu a dificuldade de lidar com a ausência e disse que alterna momentos de aceitação e sofrimento. “Tem dias que são péssimos, eu choro da hora que acordo até a hora que durmo. Já tem outros que parece que eu aceito, mas a dor volta”, afirmou. Ela também contou que tem ido ao cemitério com frequência e que sente paz ao falar com a filha, mesmo sabendo que ela não está mais ali.
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A publicação ainda relembra momentos vividos entre as duas e destaca o vínculo. “Você chegou na minha vida sem data marcada e se tornou tudo pra mim”, escreveu. Em outro trecho, afirmou que a filha “sempre será pura demais para esse mundo” e que a saudade é prova do amor. “A saudade de você, minha filha, é a prova mais viva que nosso amor foi incondicional”, completou.
Ana Cecília Oliveira dos Santos, de 11 anos morreu após ficar com a cabeça presa em janela de banheiro, em Itumbiara; mãe desabafou sobre a dor da perda nas redes sociais
Reprodução/Instagram de Tais Oliveira
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O caso
O caso aconteceu no sábado (11), por volta das 11h, no bairro Nossa Senhora da Saúde. Segundo o Corpo de Bombeiros, a criança usava um tamborete para alcançar o vitrô quando o apoio escorregou, e ela ficou pendurada pelo pescoço. Equipes de resgate foram acionadas, mas a morte foi confirmada ainda no local, com apoio do Samu.
De acordo com o Instituto Médico Legal (IML), a causa da morte foi asfixia. A Polícia Técnico-Científica realizou perícia, e o corpo foi encaminhado ao instituto.
Nas redes sociais, a Escola Municipal Alexandre Arcipretti, onde a menina estudava, lamentou a morte. Em nota, a unidade destacou que a comunidade escolar está abalada e descreveu a aluna como uma criança alegre e espontânea.
A Polícia Civil informou que o inquérito ainda não foi concluído.
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