‘O imprevisto que alimenta’: como escrita e psicodrama quebram rotina em presídios e unidades socioeducativas
Psicólogo Pedro Oliveira em uma sessão de teatro terapêutico na P III, em Hortolândia Joey Daminelli O ambiente é majoritariamente cinza. Grades, aço, paredes descascadas e o som metálico de trincos que se fecham ditam o ritmo do dia a dia na Penitenciária III de Hortolândia (SP) e na Fundação… Continue lendo