Nova York, 13 Mai 2026 (AFP) – Um supremacista branco que planejou que um cúmplice se passasse por Papai Noel e distribuísse doces envenenados para crianças de minorias étnicas em Nova York foi condenado, nesta quarta-feira (13), a 15 anos de prisão.
Michail Chkhikvishvili, apelidado de “Comandante Carniceiro”, foi condenado pela juíza Carol Bagley Amon após se declarar culpado de incitar crimes de ódio e de dar instruções para fabricar bombas e ricina.
Chkhikvishvili, de nacionalidade georgiana, era líder do Maniac Murder Cult, um grupo extremista violento internacional motivado pelo racismo. Ele foi detido em uma operação de infiltração do FBI.
O líder “recrutou outros para cometer atos violentos em apoio às ideologias do grupo, incluindo o planejamento e a solicitação de um ataque em Nova York”, disseram os promotores em um comunicado.
Ele foi extraditado da Moldávia para o Brooklyn em maio de 2025 e se declarou culpado em novembro.
O procurador-geral adjunto John Eisenberg afirmou que “Chkhikvishvili, por exemplo, tentou recrutar um suposto colaborador para que se fantasiasse de Papai Noel e distribuísse doces envenenados para crianças de minorias”.
“A sentença de hoje tira um monstro de nossas ruas e protege nossas comunidades”, declarou.
Segundo os promotores, Chkhikvishvili utilizou o aplicativo de mensagens criptografadas Telegram para convencer uma pessoa, que na realidade era um agente infiltrado, a realizar atentados a bomba e provocar incêndios dirigidos contra minorias raciais e judeus.
gw/msp/jm/dga/ic/mvv
Michail Chkhikvishvili, apelidado de “Comandante Carniceiro”, foi condenado pela juíza Carol Bagley Amon após se declarar culpado de incitar crimes de ódio e de dar instruções para fabricar bombas e ricina.
Chkhikvishvili, de nacionalidade georgiana, era líder do Maniac Murder Cult, um grupo extremista violento internacional motivado pelo racismo. Ele foi detido em uma operação de infiltração do FBI.
O líder “recrutou outros para cometer atos violentos em apoio às ideologias do grupo, incluindo o planejamento e a solicitação de um ataque em Nova York”, disseram os promotores em um comunicado.
Ele foi extraditado da Moldávia para o Brooklyn em maio de 2025 e se declarou culpado em novembro.
O procurador-geral adjunto John Eisenberg afirmou que “Chkhikvishvili, por exemplo, tentou recrutar um suposto colaborador para que se fantasiasse de Papai Noel e distribuísse doces envenenados para crianças de minorias”.
“A sentença de hoje tira um monstro de nossas ruas e protege nossas comunidades”, declarou.
Segundo os promotores, Chkhikvishvili utilizou o aplicativo de mensagens criptografadas Telegram para convencer uma pessoa, que na realidade era um agente infiltrado, a realizar atentados a bomba e provocar incêndios dirigidos contra minorias raciais e judeus.
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