Amazônia Que Eu Quero promove debate sobre democracia digital e desenvolvimento sustentável durante evento de bioeconomia


Amazônia Que Eu Quero
Reprodução
A Fundação Rede Amazônica (FRAM) realizou, nesta terça-feira (13), em Belém (PA), mais uma etapa do projeto Amazônia Que Eu Quero (AMQQ), com o painel “Democracia Digital e os desafios do desenvolvimento sustentável na Amazônia”.
A atividade integrou a programação do Bioeconomy Amazon Summit (BAS) e promoveu um debate estratégico sobre os impactos da transformação digital na sociedade, na circulação da informação e na construção de soluções sustentáveis voltadas à realidade amazônica.
A programação teve início com a abertura institucional do projeto, reforçando o compromisso da Fundação Rede Amazônica com a promoção de espaços de diálogo qualificado e escuta ativa sobre os desafios contemporâneos da Amazônia.
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A iniciativa também evidenciou a importância do fortalecimento da participação social e da construção coletiva de propostas alinhadas às transformações econômicas, tecnológicas e socioambientais que impactam a região.
O encontro aconteceu no Parque da Bioeconomia e reuniu estudantes, representantes da sociedade civil, profissionais da área jurídica, especialistas em tecnologia, pesquisadores e integrantes do ecossistema de inovação presente no evento.
A programação também contou com transmissão ao vivo pelo g1 , ampliando o alcance do debate e fortalecendo a disseminação de informações qualificadas sobre temas estratégicos relacionados ao desenvolvimento regional.
Debate multidisciplinar e construção coletiva
Participaram do painel o juiz federal e membro suplente do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA), Domingos Daniel Moutinho da Conceição Filho, a advogada Bianca Ribeiro Lobato (OAB/PA) e Marcelo Rocha de Sá, da Jambu Tecnologia e Rede Belém Aberta. A mediação foi conduzida pelo jornalista Ronaldo Santos, da CBN Amazônia Belém.
Durante o encontro, os participantes discutiram temas relacionados à democracia digital, cidadania, desinformação, inovação tecnológica e os desafios para o fortalecimento de políticas públicas alinhadas às necessidades da Amazônia contemporânea.
As discussões também abordaram os impactos da transformação digital nos processos democráticos, no acesso à informação e na ampliação da participação social em debates relacionados ao desenvolvimento sustentável.
O painel destacou ainda a importância do diálogo entre diferentes setores da sociedade na construção de soluções inovadoras, inclusivas e conectadas às especificidades da região amazônica, considerando os desafios sociais, econômicos e ambientais presentes no território.
“Discutir democracia digital na Amazônia é pensar em inclusão, acesso à informação de qualidade e fortalecimento da participação cidadã. A transformação tecnológica precisa caminhar junto com o desenvolvimento social e com a garantia de direitos para as populações da região”, destacou Domingos Daniel Moutinho da Conceição Filho.
“A tecnologia tem ampliado o acesso à informação e fortalecido novas formas de participação social, mas também exige atenção aos impactos da desinformação nos processos democráticos. Discutir educação digital e responsabilidade no ambiente online é fundamental para a construção de uma sociedade mais consciente, participativa e preparada para os desafios contemporâneos”, ressaltou Bianca Ribeiro Lobato.
“A Amazônia precisa estar no centro das discussões sobre inovação e transformação digital. Quando conectamos tecnologia, participação social e desenvolvimento sustentável, criamos oportunidades mais alinhadas à realidade e aos desafios da região”, afirmou Marcelo Rocha de Sá.
Amazônia e inovação em pauta
Ao integrar a programação do Bioeconomy Amazon Summit, o Amazônia Que Eu Quero reforça seu compromisso com a promoção de debates estratégicos sobre desenvolvimento sustentável, bioeconomia, inovação e cidadania na Amazônia. A iniciativa amplia espaços de reflexão sobre os caminhos para uma região mais conectada, inclusiva e preparada para os desafios contemporâneos.
O projeto segue fortalecendo ambientes de escuta ativa e construção coletiva de propostas voltadas ao desenvolvimento regional, conectando especialistas, instituições, juventude e sociedade civil em discussões sobre oportunidades, inovação e sustentabilidade na Amazônia.
A próxima etapa do Amazônia Que Eu Quero acontecerá em Rondônia no Acre, dando continuidade à agenda de debates e mobilização social promovida pela Fundação Rede Amazônica em diferentes estados da Amazônia Legal.
O Amazônia Que Eu Quero é uma realização da Fundação Rede Amazônica (FRAM) e uma iniciativa do Grupo Rede Amazônica.
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