Sargento da Marinha mata amigo a tiros em festa de 15 anos no Rio

Tayana Rangel Cardeal e o compadre Davidson VasconcellosReprodução/redes sociais

A segunda-sargento da Marinha do Brasil Tayana Rangel Cardeal foi presa em flagrante após matar a tiros o empresário Davidson Vasconcellos durante uma festa de 15 anos no bairro Campinho, no Rio de Janeiro, na noite de domingo (24).

Segundo relatos de testemunhas, a militar participava da comemoração ao lado do marido, um policial militar, familiares e amigos próximos. Já no fim da festa, o casal se envolveu em uma discussão.

Davidson, que era amigo da família, tentou intervir para encerrar o desentendimento. Em seguida, Tayana deixou o local, foi até o carro e retornou armada. Pouco depois, efetuou disparos contra o empresário.

  • VEJA AINDA: Segurança morre após apartar briga por vaga de idoso em SP

De acordo com as informações apuradas, a arma utilizada pertencia ao marido da militar.

Davidson não resistiu aos ferimentos. Segundo a Record, ele foi atingido na cabeça. O empresário deixou duas filhas.

A filha de Davidson estava na festa e presenciou o crime.

Relação próxima entre vítima e suspeita

Tayana e Davidson mantinham uma relação de amizade próxima. Segundo testemunhas, eles eram compadres.

A Record informou que Davidson e a esposa eram padrinhos de casamento da militar e de seu marido. Já Tayana era madrinha de uma das filhas do empresário.

Nas redes sociais, a mãe da adolescente que comemorava os 15 anos lamentou o episódio.

“Ela destruiu várias famílias, inclusive a minha e a da minha filha, onde estava sendo celebrado seus 15 anos. Que a justiça seja feita”, escreveu.

Investigação

Segundo a Polícia Militar, equipes do 9º BPM foram acionadas para a ocorrência e conduziram os envolvidos à Delegacia de Homicídios, responsável pela investigação.

Tayana foi autuada em flagrante por homicídio.

O marido da militar também foi levado à delegacia, mas acabou liberado posteriormente.

As circunstâncias do crime seguem sob investigação da Delegacia de Homicídios.

O iG entrou em contato com a Marinha e aguarda retorno.

Adicionar aos favoritos o Link permanente.