Pedagoga desaparecida é encontrada morta no quintal de casa em SP

Simony Aparecida Figuero e Anderson Max Rodrigues de CamposReprodução

A pedagoga Simony Aparecida Figuero, moradora de Itararé, no interior de São Paulo, foi encontrada morta na última sexta-feira (22) após dias desaparecida. O principal suspeito do crime é o marido dela, Anderson Max Rodrigues de Campos, que confessou o assassinato depois de ser localizado pela polícia.

Simony vivia um relacionamento marcado por ameaças e agressões. A pedagoga chegou a solicitar medidas protetivas contra o companheiro, mas desistiu do pedido por medo.

O desaparecimento começou a chamar atenção após a vítima deixar de comparecer ao trabalho. Vizinhos também relataram discussões frequentes entre o casal.

  • VEJA AINDA: Sargento da Marinha mata amigo a tiros em festa de 15 anos no Rio

Uma amiga desconfiou da situação e acionou as autoridades. As suspeitas aumentaram quando Anderson tentou cancelar a matrícula do filho do casal na creche sem apresentar explicações sobre o paradeiro da esposa.

Versões contraditórias levantaram suspeitas

Durante as investigações, Anderson apresentou diferentes versões para justificar o desaparecimento da companheira, segundo a Record.

Em seguida, ele deixou a cidade levando o filho pequeno do casal. A criança foi posteriormente deixada com familiares paternos.

A família de Simony continuou as buscas e acabou encontrando o corpo da pedagoga enterrado no quintal da própria residência.

Anderson foi localizado em Itapeva, também no interior paulista, no sábado (23),e confessou o assassinato.

Ele alegou que o crime ocorreu após desentendimentos domésticos. A justificativa, porém, é contestada pelos familiares de Simony, que afirmam que a vítima sofria ameaças constantes.

O caso segue sob investigação.

Adicionar aos favoritos o Link permanente.