
A pedagoga Simony Aparecida Figuero, moradora de Itararé, no interior de São Paulo, foi encontrada morta na última sexta-feira (22) após dias desaparecida. O principal suspeito do crime é o marido dela, Anderson Max Rodrigues de Campos, que confessou o assassinato depois de ser localizado pela polícia.
Simony vivia um relacionamento marcado por ameaças e agressões. A pedagoga chegou a solicitar medidas protetivas contra o companheiro, mas desistiu do pedido por medo.
O desaparecimento começou a chamar atenção após a vítima deixar de comparecer ao trabalho. Vizinhos também relataram discussões frequentes entre o casal.
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Uma amiga desconfiou da situação e acionou as autoridades. As suspeitas aumentaram quando Anderson tentou cancelar a matrícula do filho do casal na creche sem apresentar explicações sobre o paradeiro da esposa.
Versões contraditórias levantaram suspeitas
Durante as investigações, Anderson apresentou diferentes versões para justificar o desaparecimento da companheira, segundo a Record.
Em seguida, ele deixou a cidade levando o filho pequeno do casal. A criança foi posteriormente deixada com familiares paternos.
A família de Simony continuou as buscas e acabou encontrando o corpo da pedagoga enterrado no quintal da própria residência.
Anderson foi localizado em Itapeva, também no interior paulista, no sábado (23),e confessou o assassinato.
Ele alegou que o crime ocorreu após desentendimentos domésticos. A justificativa, porém, é contestada pelos familiares de Simony, que afirmam que a vítima sofria ameaças constantes.
O caso segue sob investigação.
