A Audax Capital conquistou o 1º lugar no Ranking Centro-Oeste do Great Place to Work, alcançou o 16º lugar no Ranking Nacional e obteve nota 100% na certificação, em meio a um ciclo de expansão no crédito estruturado. A companhia movimentou R$ 1,7 bilhão em crédito em 2025, alta de 115% em relação ao ano anterior, e projeta R$ 3,1 bilhões em operações para 2026. O desempenho ocorre em um mercado financeiro mais seletivo, em que eficiência operacional, tecnologia e governança passaram a pesar diretamente na capacidade de crescimento das casas especializadas.
Hoje, a empresa reúne 138 colaboradores, sendo 55% mulheres e 45% homens, além de mais de 20 setores internos e uma área de tecnologia voltada à análise de crédito, automação de processos, inteligência de dados e modelagem de risco. Com R$ 550 milhões sob gestão e mais de R$ 7 bilhões originados na última década, a Audax reforça uma tese de crescimento baseada em escala, controle operacional e especialização.
“O crescimento projetado está diretamente associado ao aumento da eficiência operacional. A decisão de investir em tecnologia não é acessória. Ela impacta a modelagem de risco, a precificação de crédito e a capacidade de escalar com governança”, afirma Pedro Da Matta, CEO da Audax Capital.
A cultura interna também passou a fazer parte da estratégia de expansão. Em 2025, a companhia distribuiu R$ 920 mil em PLR e ampliou iniciativas de plano de carreira, bonificação por metas, capacitação técnica e retenção de talentos. Ao acumular 65 prêmios em sua trajetória, a empresa passa a se posicionar não apenas como uma casa de crédito estruturado em crescimento, mas como exemplo de descentralização do mercado financeiro fora do eixo Rio-São Paulo.
“O crescimento não está dissociado da cultura. Ele depende da capacidade de execução, e execução depende de pessoas preparadas, com clareza de responsabilidade e alinhamento com o modelo de negócio. Quando a cultura é consistente, ela melhora a tomada de decisão e reduz o risco operacional”, afirma Da Matta.
O reconhecimento no GPTW ocorre em um momento em que o crédito estruturado ganha relevância diante de juros elevados, bancos mais seletivos e maior demanda por soluções customizadas. Para empresas fora dos grandes centros financeiros, a combinação entre tecnologia, governança e capital humano qualificado se torna um diferencial competitivo. No caso da Audax, a meta de operacionalizar R$ 3,1 bilhões em crédito em 2026 reforça a leitura de que escala sustentável depende menos de volume isolado e mais da capacidade de manter processos, equipes e decisões alinhadas ao risco.
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