Operação mira quadrilha que usava carros clonados para roubar comércios no RJ


Homem é preso em operação da DRFA
Divulgação/PCERJ
A Polícia Civil do RJ iniciou, nesta segunda-feira (20), uma operação contra um grupo criminoso investigado por usar veículos roubados, clonados e com sinais identificadores adulterados em roubos a estabelecimentos comerciais no Rio de Janeiro.
Mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão são cumpridos em Mesquita, na Baixada Fluminense. Até a última atualização desta reportagem, 3 pessoas tinham sido presas.
Segundo a Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-Cap), a quadrilha utilizava os veículos adulterados para executar os assaltos e facilitar a fuga após os crimes.
As investigações começaram durante apurações sobre uma rede criminosa voltada para receptação, adulteração e circulação de veículos roubados. No decorrer das diligências, os agentes identificaram indícios de que esses automóveis eram usados em roubos a estabelecimentos comerciais.
Agora no g1
R$ 90 mil de prejuízo
Um dos casos esclarecidos, de acordo com a Polícia Civil, foi o assalto a uma farmácia em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio.
Segundo a corporação, o crime foi planejado previamente, com divisão de tarefas entre os integrantes do grupo, uso de armas de fogo e emprego de um veículo adulterado. Além de dinheiro, os criminosos teriam como principal alvo medicamentos de alto valor comercial, especialmente canetas à base de tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro.
A Polícia Civil informou que diversas unidades do medicamento foram levadas, causando prejuízo superior a R$ 90 mil ao estabelecimento. As investigações indicam que os suspeitos conheciam previamente a rotina da farmácia e a localização exata dos produtos.
Além de responsabilizar os envolvidos no roubo, a operação busca identificar toda a estrutura da organização criminosa, incluindo os responsáveis pela adulteração e circulação dos veículos utilizados nos crimes e a cadeia de receptação e distribuição clandestina dos medicamentos, segundo a Polícia Civil.
Adicionar aos favoritos o Link permanente.