Casas Bahia aprova aumento de capital, Helbor vê vendas caírem e Raízen recebe prazo da B3

A Casas Bahia aprovou aumento de capital social no valor de R$ 140,6 milhões.

A operação ocorre em razão da conversão de 37.895.611 debêntures da segunda série, mandatoriamente conversíveis em ações, da 11ª emissão da companhia.

Do valor total, cerca de R$ 14,1 milhões serão destinados à conta de capital social.

O restante será alocado à conta de reserva de capital.

A medida foi aprovada pelo conselho de administração e faz parte da estrutura de capital da companhia.

Para investidores, o movimento entra no radar em meio ao acompanhamento da reestruturação financeira da Casas Bahia e dos efeitos da conversão de debêntures sobre a base acionária da companhia.

Helbor tem queda de 27,5% nas vendas líquidas

A Helbor registrou vendas líquidas de R$ 338,5 milhões no segundo trimestre de 2026.

O resultado representa queda de 27,5% em relação ao mesmo período de 2025 e recuo de 19,4% frente ao primeiro trimestre deste ano.

Considerando apenas a participação da companhia nos empreendimentos, o VGV líquido somou R$ 211,6 milhões.

O valor representa queda de 23,9% na comparação anual.

No acumulado do primeiro semestre, as vendas totais alcançaram R$ 758,5 milhões, baixa de 30,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

A velocidade de vendas também desacelerou. A VSO total ficou em 11,3% no segundo trimestre, ante 18,3% um ano antes.

Os dados mostram um trimestre mais fraco para a incorporadora, em um setor acompanhado de perto por investidores por causa de indicadores como vendas, lançamentos, distratos e geração de caixa.

Raízen recebe prazo da B3  

A Raízen informou que recebeu prazo da B3 até 31 de março de 2027 para apresentar o cronograma e os procedimentos de reenquadramento de suas ações.

A medida se refere às ações preferenciais da companhia, que permanecem cotadas abaixo de R$ 1.

Pelas regras da B3, empresas com papéis negociados abaixo desse patamar precisam adotar medidas para regularizar a cotação.

A companhia deverá informar ao mercado os próximos passos para adequar os papéis ao valor mínimo exigido pela Bolsa.

Entre as alternativas geralmente avaliadas nesse tipo de situação está o grupamento de ações, caso a companhia entenda que a medida seja necessária para cumprir as exigências de negociação.

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