
PM e Gaeco realizam operação em Rio Claro (SP) contra crimes ultraviolentos
Polícia Militar/Divulgação
Uma disputa violenta por território entre as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) está por trás de uma série de crimes graves registrados no interior de São Paulo, desde 2022, incluindo execuções com uso de fuzis, morte de lideranças, corpos carbonizados e uma chacina.
A informação é do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado de São Paulo, que deflagrou a Operação Keravnos nesta quinta-feira (29).
A ação está em andamento em conjunto com a Polícia Militar (PM) para desarticular lideranças das duas organizações criminosas envolvidas em conflitos concentrados nas regiões de Araras (SP), Piracicaba (SP), Rio Claro (SP) e Limeira (SP).
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Segundo o MP, a disputa territorial instaurou um cenário de ‘guerra urbana’ nessas cidades desde 2022.
“As investigações, formalizadas por meio de Procedimentos Investigatórios Criminais, revelaram que o conflito entre as facções escalou significativamente após o CV tentar ocupar pontos de venda de entorpecentes anteriormente dominados pelo PCC, instaurando um estado de guerra urbana na região”, informa o Gaeco.
Buscas e apreensões
Itens apreendidos em Limeira
Polícia Militar de Piracicaba/ Reprodução
São cumpridos diversos mandados de busca e apreensão em endereços em Piracicaba, Rio Claro, Limeira, Santa Bárbara d’Oeste, Americana, Leme, Engenheiro Coelho e Hortolândia.
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Segundo o Gaeco, o objetivo é apreender armas, munições, drogas e dispositivos eletrônicos que possam reforçar as provas sobre a atuação, a hierarquia e os planos de ataque das facções.
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