A defesa do adolescente de 16 anos que está em coma, há quase uma semana, após uma briga motivada por um chiclete pediu que a Polícia Civil do Distrito Federal volte a prender o agressor – o piloto Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos.
Em entrevista ao g1 e à TV Globo, o advogado Albert Halex afirmou que solicitou, também, que o caso passe a ser investigado como tentativa de homicídio, e não só como lesão corporal gravíssima.
O jovem agredido levou uma série de golpes e bateu a cabeça em um carro, na noite de sexta. Horas depois, foi levado ao hospital, passou por uma cirurgia no crânio e está há seis dias no nível mais profundo de coma, sem expectativa de alta.
“A defesa enxerga como tentativa de homicídio. Basta observar o comportamento pregresso do autor, de praticar luta marcial e sempre bater na cabeça das pessoas – sabendo que com isso pode ocasionar traumatismo craniano, matar pessoas. Se você oferecer a cabeça de alguém contra um objeto rígido, um carro, você assume o risco de matar”, afirmou Halex ao g1.
Os dois pedidos foram enviados à 38ª Delegacia de Polícia Civil (Vicente Pires), que investiga o caso. Se concordar, o delegado do caso pode mudar a tipificação na ocorrência – e um eventual indiciamento ao fim das investigações.
Já a prisão preventiva só pode ser decretada pela Justiça. Caberia à polícia apenas cumprir um eventual mandado, se for expedido.
Em entrevista ao g1 e à TV Globo, o advogado Albert Halex afirmou que solicitou, também, que o caso passe a ser investigado como tentativa de homicídio, e não só como lesão corporal gravíssima.
O jovem agredido levou uma série de golpes e bateu a cabeça em um carro, na noite de sexta. Horas depois, foi levado ao hospital, passou por uma cirurgia no crânio e está há seis dias no nível mais profundo de coma, sem expectativa de alta.
“A defesa enxerga como tentativa de homicídio. Basta observar o comportamento pregresso do autor, de praticar luta marcial e sempre bater na cabeça das pessoas – sabendo que com isso pode ocasionar traumatismo craniano, matar pessoas. Se você oferecer a cabeça de alguém contra um objeto rígido, um carro, você assume o risco de matar”, afirmou Halex ao g1.
Os dois pedidos foram enviados à 38ª Delegacia de Polícia Civil (Vicente Pires), que investiga o caso. Se concordar, o delegado do caso pode mudar a tipificação na ocorrência – e um eventual indiciamento ao fim das investigações.
Já a prisão preventiva só pode ser decretada pela Justiça. Caberia à polícia apenas cumprir um eventual mandado, se for expedido.
