
Idosa morre no hospital após ser agredida pela companheira do ex no Piauí
Reprodução
Maria Lindalva Chaves Batista, de 62 anos, morreu no hospital de São Gonçalo do Piauí, em 30 de março, um dia depois ser agredida. Segundo a Polícia Civil, a suspeita é companheira de um ex-parceiro da vítima.
A companheira foi identificada como Tatiana Maria da Conceição Araújo, de 30 anos. Ela foi presa na quinta-feira (9) e levada para Teresina, onde passa por audiência de custódia nesta sexta-feira (10). O g1 procura a defesa dela.
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O g1 preparou uma reportagem com o que se sabe até agora sobre o caso. Clique nos tópicos abaixo para ser direcionado às perguntas:
Quem são a vítima e a suspeita?
O que motivou as agressões?
Qual foi a causa da morte da vítima?
Como a polícia investiga o caso?
O que acontece agora?
1. Quem são a vítima e a suspeita?
A vítima do crime, de acordo com a Polícia Civil, é Maria Lindalva Chaves Batista, de 62 anos. Ela morava em São Gonçalo do Piauí, a 117 km de Teresina.
A suspeita é Tatiana Maria da Conceição Araújo, de 30 anos, que vive na mesma cidade. A investigação policial apontou que ela se relaciona com o antigo companheiro de Maria Lindalva.
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2. O que motivou as agressões?
Segundo a investigação da Polícia Civil, as agressões aconteceram em 29 de março e foram motivadas por um encontro de Maria Lindalva com o companheiro de Tatiana Maria.
A idosa apresentava marcas de agressões na cabeça, no rosto e nas mãos, além de uma marca de mordida no braço.
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3. Qual foi a causa da morte da vítima?
Horas depois, Maria Lindalva foi levada à Unidade Mista de Saúde Carlyle Guerra de Macedo, onde deu entrada consciente, mas não resistiu aos ferimentos. Ela morreu em decorrência de uma parada cardíaca, segundo a polícia.
“A vítima foi agredida pela suspeita, mas ela não foi imediatamente ao hospital. Horas depois, ela não estava passando bem e foi ao hospital, sendo que hoje [em 30 de março] foi comprovado o óbito”, disse o delegado Bruno Luís, responsável pelo caso.
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4. Como a polícia investiga o caso?
De acordo com o delegado Bruno Luís, da Delegacia de Água Branca, o caso será investigado como lesão corporal seguida de morte.
O crime de lesão corporal seguida de morte ocorre quando há intenção de ferir, mas a morte é causada sem o desejo do suspeito. A pena pode chegar a 12 anos de prisão.
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5. O que acontece agora?
Após ser presa, Tatiana Maria foi levada a Teresina, onde passa por audiência de custódia. Na audiência, um juiz vai avaliar se ela continua detida ou responde ao processo em liberdade.
Se a Polícia Civil apontar que há indícios de que ela realmente cometeu o crime, o Ministério Público vai decidir se a denuncia ou não à Justiça, que pode condená-la ou absolvê-la.
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