Com mais de 5.000 anos de história, a via no deserto da Jordânia permanece como uma das rotas comerciais e de peregrinação mais antigas e vitais da antiguidade

Com mais de 5.000 anos de história, a via no deserto da Jordânia permanece como uma das rotas comerciais e de peregrinação mais antigas e vitais da antiguidade

A King’s Highway possui mais de 5.000 anos de história, permanecendo como uma das rotas comerciais e de peregrinação mais vitais da antiguidade. A rodovia histórica no deserto jordaniano conecta Amã à cidade de Petra.

O que torna esta via no deserto um museu a céu aberto?

Diferente das rodovias modernas, este trajeto serpenteia por montanhas áridas e desfiladeiros profundos. Ela foi trilhada por nabateus, romanos e cruzados, servindo como a principal artéria comercial do Oriente Médio antigo.

A cada curva, o viajante encontra ruínas bíblicas e castelos medievais perfeitamente preservados pelo clima seco. É uma viagem lenta e contemplativa que exige respeito pela geografia implacável da Jordânia.

Com mais de 5.000 anos de história, a via no deserto da Jordânia permanece como uma das rotas comerciais e de peregrinação mais antigas e vitais da antiguidade
Rodovia histórica no deserto jordaniano com mais de cinco mil anos que conecta a cidade de Petra – Créditos: depositphotos.com / vvoennyy

Qual a diferença entre a Rota dos Reis e a Rodovia do Deserto?

Para quem aluga um carro no país, existem duas formas principais de viajar do norte ao sul. A escolha da estrada altera completamente o tempo de viagem e o nível de imersão cultural.

A fim de otimizar sua logística no Oriente Médio, elaboramos uma comparação direta entre as duas artérias de transporte do país:

Rodovia Jordaniana Perfil do Trajeto Foco da Viagem
King’s Highway Sinuosa, montanhosa e lenta Arqueologia, mirantes e história
Desert Highway Reta, plana e de alta velocidade Logística rápida e transporte de carga

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Quais castelos e sítios arqueológicos merecem uma parada?

A rota abriga o Monte Nebo, local sagrado para três religiões, e a cidade de Madaba, famosa por seus mosaicos bizantinos. O relevo acidentado também esconde fortalezas que dominaram as cruzadas.

Para garantir que seu roteiro histórico seja preciso, o Ministério de Turismo da Jordânia destaca os monumentos mais relevantes ao longo do asfalto. Abaixo, listamos as paradas obrigatórias recomendadas:

  • Castelo de Kerak: Fortaleza imponente com túneis subterrâneos dos cruzados.

  • Wadi Mujib: O grande cânion da Jordânia, com vistas espetaculares da estrada.

  • Castelo de Shobak: Ruínas imponentes que vigiavam as rotas comerciais.

Como dirigir com segurança pelas montanhas jordanianas?

A estrada é pavimentada, mas exige perícia devido às inclinações severas e curvas em grampo de cabelo. O uso do freio-motor é essencial nas longas descidas em direção aos vales para evitar o superaquecimento dos freios.

O contato com a cultura beduína é constante, com rebanhos de ovelhas frequentemente cruzando o asfalto. Dirigir por aqui durante o dia é seguro, mas viagens noturnas devem ser evitadas devido à ausência de iluminação pública fora das vilas.

Se você busca uma perspectiva realista sobre dirigir por caminhos históricos, destacamos o vídeo do canal The Life of Ethan. No registro a seguir, o viajante percorre a King’s Highway na Jordânia, mostrando visualmente as paradas em castelos antigos e as impressionantes vistas de cânions que marcam essa rota milenar:

Quais são os dados geográficos e históricos do trajeto?

Compreender a escala deste corredor ajuda o turista a planejar os pernoites antes de chegar às ruínas de Petra. A estrada é um testemunho vivo de como o homem adaptou o comércio ao deserto.

Segundo os arquivos históricos disponibilizados pelo Visit Jordan, os indicadores oficiais que definem a rota são:

  • Extensão Turística: Aproximadamente 335 quilômetros de Amã a Petra.

  • Idade da Rota: Mais de 5.000 anos de uso contínuo documentado.

  • Geografia: Corta o planalto central, margeando o Vale do Rift do Jordão.

  • Importância: Reconhecida como a espinha dorsal do turismo cultural do país.

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