Lula manifesta apoio a Trump após ataque a tiros nos EUA

Donald Trump, presidente dos Estados UnidosReprodução/Casa Branca

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou solidariedade ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o ataque a tiros registrado durante um jantar de gala em Washington, na noite deste sábado (25). A declaração foi feita neste domingo (26), em publicação na rede social X.

Na mensagem, Lula afirmou que o Brasil “repudia veemente o ataque” e destacou a importância da defesa dos valores democráticos.

O ataque ocorreu durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, evento tradicional que celebra a liberdade de imprensa e arrecada fundos para estudantes de jornalismo.

No momento dos disparos, Trump foi retirado às pressas do local por sua equipe de segurança. Além dele, a primeira-dama Melania Trump, o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio e o secretário do Tesouro Scott Bessent não ficaram feridos. Parte dos convidados se abrigou sob as mesas durante o incidente.

Repercussão internacional

Além de Lula, outros líderes mundiais também condenaram o ataque.

Lula repudia ataque a tiros em jantar com DonaldFoto: Reprodução/X
Presidente da França, Emmanuel Macron, repudia ataque a tiros em jantar com Donald TrumpFoto: Reprodução/X
Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, repudia ataque a tiros em jantar com Donald TrumpFoto: Reprodução/X
Primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, repudia ataque a tiros em jantar com Donald TrumpFoto: Reprodução/X
Primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, repudia ataque a tiros em jantar com Donald TrumpFoto: Reprodução/X

Em uma publicação no X, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, escreveu: 

“Qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais enérgicos possíveis. É um enorme alívio que o presidente Donald Trump, a Primeira-Dama e todos os presentes estejam em segurança”. 

Além disso, em entrevista à Sky News, ele acrescentou que o ataque ocorreu apenas dois dias antes da visita do Rei Charles aos EUA, e que as equipes estão trabalhando “em estreita colaboração para garantir que as medidas de segurança sejam implementadas adequadamente”. 

O presidente da França, Emmanuel Macron, também condenou os ataques: 

O ataque armado contra o Presidente dos Estados Unidos na noite passada é inaceitável. A violência não tem lugar em uma democracia. Estendo meu apoio total a Donald Trump”

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense, disse que ele e sua esposa Sara ficaram “chocados com a tentativa de assassinato de Trump”.

Entenda o caso

Donald Trump foi retirado às pressas de um jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, realizado no Washington Hilton, após sons de tiros nas proximidades.

Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o momento em que os disparos são ouvidos. Trump, que estava sentado em um palco na frente do salão de baile, ao lado da primeira-dama Melania Trump, foi rapidamente retirado do local, enquanto os convidados se escondiam debaixo das mesas. Em seguida, os guardas armados com fuzis surgem

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