
Algumas situações interessantes são dignas de serem observadas — e copiadas. Frequentei Brasília em tempos idos, nos locais onde todos se encontravam. Piantella, Gaf e Bar do Naoum eram a coqueluche dos bons tempos. Era obrigatório passar por lá.
Um inesquecível amigo meu dizia isso. Frequentava assiduamente esses lugares de saudosa memória, assim como eu. Aloyzio Franco de Oliveira tinha a elegância desses ambientes. Sempre estávamos juntos nas viagens até Brasília, adeptos da reserva de mesa no Piantella e no Naoum.
Achei que esse hábito já estivesse superado no dicionário dos elegantes e bem-educados. Para minha enorme alegria, enganei-me.
Circulando pelos bons lugares da capital federal, deparei-me com uma placa em uma mesa de um conceituado restaurante. Ela dizia que naquela mesa uma personalidade era frequente. A placa tinha seu nome explicitamente estampado.
Ulysses Guimarães, Delfim Neto, Roberto Campos e ACM tinham mesas com seus nomes em restaurantes bem frequentados de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Banqueiros e empresários de sucesso, idem.
Ele é CEO de boas marcas. Faz presença elegante em eventos concorridos na capital federal. Apreciador da boa mesa, estuda rótulos de boas safras com requinte de detalhes. É um elegante.
Constrói pontes entre o acaso e o pontual. Faz sucesso entre os amigos e os que o conhecem. Tem representatividade intelectual para bons negócios, aplicando seu portfólio conceitual aos que lhe são caros.
Não é à toa que essa mesa leva uma placa com seu nome. Ali sentam-se intelectuais da cultura, do empreendedorismo, da política e de segmentos importantes da vida nacional. Naquela mesa, nunca falta ele — assíduo diariamente.
Trouxe de volta toda a elegância do grand monde circulante por Brasília. A placa exposta na mesa desse restaurante badalado da capital federal é o reflexo do seu sucesso.
Kleber está lá, com sua taça de uma boa safra, em sua mesa exclusiva. Tem elegância para tal.
