Guarda municipal baleado pela mulher morre após uma semana internado
O julgamento de Suellen Kellen Tavares Vasconcelos, acusada de matar o marido, o guarda municipal Ivanho de Souza, ocorre nesta terça-feira (28), no Fórum Criminal de Belém. O caso é analisado por júri popular.
Guarda municipal de Belém morre após ser baleado pela mulher em discussão
O crime aconteceu em janeiro de 2024, no bairro do Guamá. Segundo as investigações, a vítima, de 51 anos, foi baleada durante uma discussão com a companheira e morreu uma semana depois no hospital.
De acordo com a apuração, a mulher não integrava a corporação e teria usado a arma de fogo do próprio marido durante a ocorrência. Na época, ela foi presa em flagrante por tentativa de homicídio, mas atualmente responde ao processo em liberdade.
Durante o julgamento, que começou por volta de 8h30, oito testemunhas foram ouvidas. Familiares da vítima acompanharam a sessão.
Em depoimento aos jurados, a ré afirmou que vivia um relacionamento abusivo e que possuía três medidas protetivas contra o companheiro.
A defesa sustenta que ela agiu em legítima defesa e apresentou registros, vídeos e laudos que, segundo os advogados, indicariam agressões anteriores e lesões no corpo da acusada. Ainda segundo a defesa, houve uma disputa pela arma antes dos disparos.
Por outro lado, a acusação pediu a condenação, argumentando que não há provas suficientes que comprovem a versão de legítima defesa. Segundo a assistência de acusação, testemunhos indicam que o local do crime não apresentava sinais de luta corporal.
O caso segue em julgamento pelo júri popular.
VÍDEOS com as principais notícias do Pará
O julgamento de Suellen Kellen Tavares Vasconcelos, acusada de matar o marido, o guarda municipal Ivanho de Souza, ocorre nesta terça-feira (28), no Fórum Criminal de Belém. O caso é analisado por júri popular.
Guarda municipal de Belém morre após ser baleado pela mulher em discussão
O crime aconteceu em janeiro de 2024, no bairro do Guamá. Segundo as investigações, a vítima, de 51 anos, foi baleada durante uma discussão com a companheira e morreu uma semana depois no hospital.
De acordo com a apuração, a mulher não integrava a corporação e teria usado a arma de fogo do próprio marido durante a ocorrência. Na época, ela foi presa em flagrante por tentativa de homicídio, mas atualmente responde ao processo em liberdade.
Durante o julgamento, que começou por volta de 8h30, oito testemunhas foram ouvidas. Familiares da vítima acompanharam a sessão.
Em depoimento aos jurados, a ré afirmou que vivia um relacionamento abusivo e que possuía três medidas protetivas contra o companheiro.
A defesa sustenta que ela agiu em legítima defesa e apresentou registros, vídeos e laudos que, segundo os advogados, indicariam agressões anteriores e lesões no corpo da acusada. Ainda segundo a defesa, houve uma disputa pela arma antes dos disparos.
Por outro lado, a acusação pediu a condenação, argumentando que não há provas suficientes que comprovem a versão de legítima defesa. Segundo a assistência de acusação, testemunhos indicam que o local do crime não apresentava sinais de luta corporal.
O caso segue em julgamento pelo júri popular.
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