
A principal estrutura do foguete da missão Artemis III, da NASA, chegou ao Kennedy Space Center, na Flórida. Essa nova etapa trata-se do estágio central do Space Launch System (SLS), considerado o maior já desenvolvido pela agência espacial dos Estados Unidos.
A estrutura percorreu cerca de 1.400 quilômetros a bordo da barcaça Pegasus, partindo da fábrica da NASA em Michoud Assembly Facility, onde o componente é produzido. A chegada marca uma etapa importante para a montagem final do foguete.

Equipes da agência espaical dos Estados Unidos irão transportar aproximadamente quatro quintos da estrutura, que mede cerca de 64 metros de altura, para o edifício de montagem de veículos.
O segmento inclui também tanques de hidrogênio e oxigênio líquidos, além de outras partes essenciais para o funcionamento do sistema. No local, ele será integrado às seções já entregues, como a base e os motores, em um processo conhecido como integração vertical.

A missão Artemis III tem como objetivo levar astronautas a bordo da espaçonave Orion spacecraft. O lançamento testará tecnologias de encontro e acoplamento com naves comerciais, fundamentais para futuras operações de pouso na Lua.
NASA realizou uma transmissão ao vivo
A NASA também transmitiu ao vivo as etapas de descarregamento e transporte da estrutura, permitindo que o público acompanhasse de perto mais um avanço do programa lunar.
A missão Artemis II
A missão Artemis II teve papel decisivo como primeiro voo tripulado do programa. A iniciativa levou quatro astronautas em uma jornada ao redor da Lua, sem pouso, com o objetivo de testar sistemas essenciais da nave Orion, como suporte à vida, navegação e comunicação em espaço profundo.
Essa missão foi a primeira vez desde o programa Apollo que humanos viajarão tão longe da Terra.

Durante a Artemis II, a tripulação também realizou uma série de manobras críticas, incluindo testes de propulsão e verificação de desempenho do foguete SLS em condições reais de voo. A missão serviu como um ensaio geral para Artemis III, validando a segurança e a capacidade de executar operações complexas em órbita do nosso satélite natural, a Lua, etapa indispensável para o retorno sustentável de astronautas à superfície do satélite natural.
