
TSE lança mascote das Eleições 2026
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apresentou nesta segunda-feira (4) a mascote das Eleições 2026. A personagem “Pilili”é uma urna eletrônica que, segundo o TSE, vai rodar o país para promover a participação da sociedade na votação.
“Defensora da democracia, acessível, fácil de lidar e muito sociável, a Pilili é o símbolo das Eleições 2026. Inspirada na urna eletrônica, a mascote será a porta-voz da Justiça Eleitoral. Imparcial e aguerrida, estará nas campanhas em defesa do voto e da escolha consciente. Para ela, agora é o grande momento: é a festa democrática”, afirmou o TSE.
“Pilili” foi apresentada durante um evento que celebrou os 30 anos da urna eletrônica pela presidente do Tribunal Superior Eleitoral Cármen Lúcia.
O nome Pilili é uma onomatopeia do som emitido pela urna eletrônica ao término da votação. A mascote não tem voz e se comunica por gestos e formas gráficas. Ao apertar a tecla “confirma” da roupa, o único barulho que escutamos é o “pilili” característico.
A ideia do TSE é que a “Pilili” rode pelo Brasil para motivar eleitores jovens a comparecerem às urnas nas eleições de outubro. Além disso, a mascote deve aparecer em animações, videos educacionais, tutoriais e materiais impressos.
Durante o evento, Cármen Lúcia celebrou a nova mascote e lembrou da importância da urna eletrônica no processo eleitoral do país.
“Nesses 30 anos, acabou com a fraude eleitoral, acabou com possibilidade de pessoa votar por outra e acabou com possibilidade de não ser o resultado escolhido pelo povo”, completa.
Pilili e a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia
Alejandro Zambrana/Secom/TSE
Quem é ‘Pilili’?
Segundo o TSE, a mascote não tem gênero definido “pois nasceu da inspiração de uma máquina” e ” “representa a neutralidade, sem estereótipos”.
A concepção da Pilili começou em 2023, a partir de uma proposta da Coordenadoria de Mídias e Web (Coweb) da Secretaria de Comunicação e Multimídia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Pilili se dispõe a incorporar acessórios que representam as culturas e os costumes de cada região, assim como participar de festas juninas e outras festividades.
“A ideia é que ela participe de campanhas em diferentes mídias e formatos com apelo social, animações em 2D e 3D para vídeos educativos, tutoriais e conteúdo para redes sociais, além de ilustrações para posts estáticos, infográficos e materiais impressos”, afirmou o TSE.
