
Vídeo mostra Ed Motta jogando cadeira e princípio de confusão em restaurante no Rio
Ed Motta voltou a se envolver em polêmicas — desta vez, uma confusão em um restaurante na Zona Sul do Rio de Janeiro. O episódio do último fim de semana se soma a declarações fortes e críticas.
O caso mais recente foi no restaurante Grado, no Jardim Botânico, por volta da meia-noite do sábado (2) — o caso é investigado pela Polícia Civil.
O tumulto começou depois que Ed Motta se irritou com a “taxa de rolha” — uma cobrança que restaurantes costumam aplicar diante de clientes que levam a própria bebida.
Ao deixar o Grado, Motta pegou uma cadeira de uma mesa vazia e a atirou no salão. O assento quicou no tampo e resvalou em um garçom. Ao passar pela mesa vizinha, o cantor esbarrou na bolsa da mulher e a derrubou.
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GIF mostra Ed Motta jogando cadeira e princípio de confusão em restaurante no Rio
Reprodução
Dez minutos após Ed deixar o restaurante com uma das mulheres, o restante do grupo começou uma discussão com o casal do lado.
O bate-boca escalou para agressões, e um cliente afirmou em depoimento que levou 7 pontos na cabeça após a briga.
Em conversa com O Globo, Ed Motta admitiu que se excedeu, mas negou ter arremessado a cadeira contra um funcionário.
Veja outras polêmicas.
Brasileiros em shows na Europa
Em 2015, Ed Motta publicou um texto no Facebook em que disse que não falaria nem cantaria em português durante uma turnê pela Europa.
“Eu agradeço e fico honrado em ser prestigiado pela comunidade brasileira, mas é importante frisar, não tem músicas em português no repertório, eu não falo em português no show”, escreveu.
No mesmo texto, o cantor disse que seu público era “mais culto” e chamou parte dos brasileiros que iam a seus shows de “turma simplória”. A postagem teve repercussão negativa.
No dia seguinte, ele pediu desculpas. “A forma que escrevi muitas coisas eu mesmo repudio”, afirmou, acrescentando: “Peço desculpas a todos que se sentiram ofendidos com minhas frustrações.”
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Ed Motta
Reprodução/Instagram
Crítica a tributo a Tim Maia
Na mesma época, Ed Motta criticou um tributo a Tim Maia que seria feito por Ivete Sangalo e Criolo. O cantor, que é sobrinho de Tim Maia, chamou o projeto de “coisa podre” em uma rede social.
Na época, Ivete comentou a declaração durante uma entrevista coletiva em Porto Alegre. “Ele é um querido, já gravou comigo. É um doce. Mas eu compreendo toda essa movimentação. Eu só observo”, disse.
Ouvintes de hip hop
Em junho de 2024, Ed Motta chamou ouvintes de hip hop de “burros” durante uma live no Instagram.
“Qualquer um que ouve hip hop é burro. Qualquer um, qualquer um. Sem exceção”, disse.
A fala também teve repercussão negativa nas redes sociais. Dias depois, o cantor publicou um vídeo pedindo desculpas.
“Vim aqui pra pedir desculpas, perdão a vocês, pelo meu comportamento grosseiro e desrespeitoso sobre o movimento”, afirmou. “Errei feio”, completou.
Roadie demitido no palco
Ed Motta no Rock The Mountain
Reprodução/Instagram
Em novembro de 2024, Ed Motta pediu desculpas após demitir um roadie — um assistente de produção — no palco durante uma apresentação no festival Rock The Mountain, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio.
Durante o show, o cantor disse ao profissional: “Você tá fora, cara. Eu tinha falado que você ia ficar, mas é o último show que você faz”.
Em nota publicada depois, a equipe do artista afirmou que ele agiu “de forma inapropriada” e que a atitude foi “desmedida”. O comunicado disse ainda que Ed Motta conversou com o roadie e pediu desculpas diretamente a ele.
‘Não me arrependo de nada’
Em junho do ano passado, Ed Motta disse em entrevista à CBN que aprendeu a “calar a boca” depois das polêmicas, mas afirmou que não se arrepende nem mudou de opinião sobre as críticas feitas a brasileiros em shows no exterior.
“O que eu aprendi disso é que tenho que calar minha boca, só isso. Não me arrependo de nada, não mudei de opinião nenhuma, só tenho que ficar quieto, ter inteligência emocional para ficar quieto, como a maioria dos seres humanos.”
O cantor também afirmou que é convidado para menos shows no Brasil e disse ver uma “patrulha” contra ele. “É como se fosse mais conveniente me calar.”
A CBN o questionou se sentia falta de conviver com outros músicos. “Eu tenho a graça de Deus de não conviver com nenhum artista”, respondeu.
“Aos 53 anos, o ego tá mais intenso que nunca. É de Leonardo da Vinci pra cima”, emendou.
Ed completa 55 anos em agosto.
