Os dois presidentes participaram de uma reunião, na Casa Branca, na última quinta-feira (07) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se encontrou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na última quinta-feira (07), em Washington. A reunião ganhou repercussão na mídia internacional, como o The New York Times, que classificou o encontro dos líderes como “trégua frágil”.Em um artigo publicado em seu site, o jornal americano The New York Times, que fez a cobertura ao vivo, ressalta que o encontro é um momento de “trégua frágil” após um ano marcado por grande tensão em meio à imposição de tarifas pelos EUA e trocas de “insultos públicos” entre os dois líderes.O canal britânico BBC ressaltou a ausência da tradicional coletiva de imprensa com os dois presidentes no Salão Oval da Casa Branca. Segundo a BBC, a expectativa era obter detalhes sobre a reunião, embora Trump tenha afirmado que “correu muito bem”. A agência de notícias Reuters também repercutiu a ausência da coletiva com os dois líderes. Segundo a agência, um funcionário brasileiro envolvido na organização do encontro teria dito que a expectativa é que a reunião traga bons resultados para o país. O jornal argentino La Nación destacou que Trump e Lula são “opostos ideológicos” e que mantêm uma “relação difícil”. O veículo relembrou o último encontro dos presidentes, em 2025, na Malásia. Além disso, o La Nación salientou as críticas de Lula sobre as ações militares dos EUA. A Al Jazeera também ressaltou a diferença ideológica entre os dois presidentes. No texto, o veículo classifica Lula e Trump como “duas das figuras populistas mais proeminentes do mundo”.