
Cão Orelha morava na Praia Brava
Reprodução/Redes sociais
O Ministério Público de Santa Catarina protocolou um pedido de arquivamento das investigações relacionadas à morte do cão Orelha na Praia Brava, área turística de Florianópolis, ocorrida em 4 de janeiro deste ano.
O pedido encaminhado à juíza Vanessa Bonetti Haupenthal, da Vara da Infância, foi protocolado na última sexta-feira (8), mas detalhes sobre os motivos que levaram à solitação não foram divulgados.
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Cão Orelha: veja linha do tempo com os acontecimentos
Em 9 de abril, três meses após a morte, o MPSC havia solicitado novas diligências à Polícia Civil, mesmo após a conclusão do inquérito, apontando lacunas e inconsistências no material reunido.
Na época, as medidas apontavam a necessidade de aprofundar provas e possivelmente refazer análises para esclarecer contradições identificadas ao longo do inquérito.
A investigação da Polícia Civil apontou que o cão foi vítima de agressão, e apurou o envolvimento de adolescentes. Adultos, parentes dos jovens, foram indiciados por coação. A polícia reiterou que não tem imagens que mostrem as agressões sofridas pelo cão.
O caso ganhou repercussão internacional depois de uma grande mobilização da comunidade local que pedia justiça. Em março, o governo federal anunciou o decreto Cão Orelha, em homenagem ao cão, que prevê a multa de R$ 1.500 a R$ 50 mil para quem cometer o crime de maus-tratos aos animais.
O valor ainda pode chegar a R$ 1 milhão dependendo dos agravantes.
Caso do cão Orelha
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