O policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, preso nesta quinta-feira (14) em mais uma fase da Operação Compliance Zero, recebia informações vazadas ilegalmente mesmo após ser preso.
A informação está na decisão do ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo as investigações, o policial federal aposentado era a liderança operacional do núcleo conhecido como “A Turma”, que intimidava pessoas e obtinha informações de investigações ilegalmente.
Segundo a Polícia Federal, Marilson, recebeu informações enquanto estava preso.
“Outro elemento de especial gravidade é o fato de que, mesmo após sua prisão, Marilson teria continuado recebendo informações sigilosas sobre diligências policiais realizadas fora do cárcere, demonstrando a existência de uma rede externa ainda ativa e sua capacidade de manter comunicação e influência sobre integrantes do grupo em liberdade”.
Segundo a PF, Marilson “ recebia ordens do núcleo central da organização e coordenava sua execução, atuando como principal elo entre mandantes e executores em atividades de monitoramento, intimidação e obtenção de informações sigilosas” .
A informação está na decisão do ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo as investigações, o policial federal aposentado era a liderança operacional do núcleo conhecido como “A Turma”, que intimidava pessoas e obtinha informações de investigações ilegalmente.
Segundo a Polícia Federal, Marilson, recebeu informações enquanto estava preso.
“Outro elemento de especial gravidade é o fato de que, mesmo após sua prisão, Marilson teria continuado recebendo informações sigilosas sobre diligências policiais realizadas fora do cárcere, demonstrando a existência de uma rede externa ainda ativa e sua capacidade de manter comunicação e influência sobre integrantes do grupo em liberdade”.
Segundo a PF, Marilson “ recebia ordens do núcleo central da organização e coordenava sua execução, atuando como principal elo entre mandantes e executores em atividades de monitoramento, intimidação e obtenção de informações sigilosas” .
