Quatro policiais militares foram presos nesta quarta-feira (20), suspeitos de participação no desaparecimento de dois jovens ocorrido em novembro do ano passado, na cidade de Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia.
Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), as investigações apontam indícios da participação dos militares nos crimes de homicídio qualificado, sequestro e cárcere privado das vítimas.
De acordo com o órgão de segurança pública, dados de geolocalização obtidos durante as investigações indicaram que a motocicleta usada pelos jovens permaneceu entre 22h35 e 1h13 em um galpão abandonado localizado nas proximidades da Avenida São Paulo.
Imagens de câmeras de segurança também registraram a presença de três veículos no local durante o mesmo período.
Segundo as investigações, os dois jovens foram abordados por uma viatura da Polícia Militar e colocados no compartimento traseiro do veículo. Após esse momento, não houve novos registros da movimentação das vítimas.
A prisão foi feita por equipes da Secretaria da Segurança Pública (COGER) do Ministério Público (GAECO e GEOSP) e da Polícia Militar (Corregedoria). As instituições informaram que as investigações seguem em andamento para identificar possíveis coautores e aprofundar a apuração sobre o caso.
Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), as investigações apontam indícios da participação dos militares nos crimes de homicídio qualificado, sequestro e cárcere privado das vítimas.
De acordo com o órgão de segurança pública, dados de geolocalização obtidos durante as investigações indicaram que a motocicleta usada pelos jovens permaneceu entre 22h35 e 1h13 em um galpão abandonado localizado nas proximidades da Avenida São Paulo.
Imagens de câmeras de segurança também registraram a presença de três veículos no local durante o mesmo período.
Segundo as investigações, os dois jovens foram abordados por uma viatura da Polícia Militar e colocados no compartimento traseiro do veículo. Após esse momento, não houve novos registros da movimentação das vítimas.
A prisão foi feita por equipes da Secretaria da Segurança Pública (COGER) do Ministério Público (GAECO e GEOSP) e da Polícia Militar (Corregedoria). As instituições informaram que as investigações seguem em andamento para identificar possíveis coautores e aprofundar a apuração sobre o caso.
