Índice de infestação da dengue cai em São José dos Campos, mas cidade segue em alerta


Combate à propagação do Aedes Aegypty
Crystofher Andrade/g1
O índice de infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, apresentou queda em São José dos Campos nos primeiros meses deste ano. Dados divulgados pela Prefeitura nesta segunda-feira (1º) mostram que o Índice de Breteau passou de 1,2 em janeiro para 1,0 em maio.
O indicador mede a quantidade de recipientes com larvas do mosquito encontrados a cada mil imóveis vistoriados. Apesar da redução, o município permanece em estado de alerta para a doença.
Segundo o levantamento, foram vistoriados 18.308 imóveis em 3.136 quarteirões distribuídos pelas 42 áreas urbanas da cidade. Do total, 27 áreas apresentaram índice considerado satisfatório, 13 ficaram em estado de alerta e duas foram classificadas como áreas de risco para proliferação do mosquito.
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As regiões com os piores indicadores registraram índices de 4,74 e 4,61, acima do limite de 3,9 adotado para classificação de risco.
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Os bairros com os piores índices são:
Área 15 – Boa Esperança I a III, Bom Retiro, Jd. Ebenezer I e II, Chac. Majestic I e II, Portal do Céu, Portal Sta Inês, Regularização Sta Rita, Resid. Dunamis, Sta Lucia I e II, Capão Grosso II, Sta. Herminia, Jd. Primavera, Vl. Matilde, Barrinho, Jd. Santa Maria I a V, Jd. São José Leste.
Área 34 – Cond. Resid. Bell Park, Jd. Colorado, Cond. Verana, Resid. Flamboyant, Pq. Martim Cererê, Putim, Jd. Portal dos Passaros, Recanto dos Eucaliptos, Pq. Santos Dumont, Sítio Bom Jesus, Chac. São José, Jd. Uira, Resid. São Francisco, Jd. Do Lago.
O levantamento não inclui imóveis desabitados, como construções, casas abandonadas, imóveis à venda, terrenos baldios, praças e áreas verdes.
A classificação utilizada pela Secretaria de Saúde considera índices abaixo de 1 como satisfatórios, entre 1 e 3,9 como alerta e acima de 3,9 como risco.
A dengue é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, que se reproduz em recipientes com água parada. Entre as medidas de prevenção recomendadas estão eliminar possíveis criadouros, manter caixas d’água tampadas, limpar calhas e evitar o acúmulo de água em vasos de plantas, pneus e outros recipientes.
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