
Polícia prende ‘Apolo’ apontado como um dos chefes do PCC no litoral de SP
A Polícia Civil prendeu quatro suspeitos ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC) durante a Operação Acato, realizada nesta segunda-feira (1) na Baixada Santista. Entre os detidos está Aldo César da Costa, o “Apolo”, apontado como um dos chefes da facção na região.
A ação foi conduzida pela Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (DISE). Além de Aldo, foram presos Edison Edi Tassara Júnior, Marcos Antônio Duarte da Luz e Talita da Silva Costa. As prisões ocorreram em Guarujá, Praia Grande e Mongaguá. Segundo a polícia, os investigados ocupavam posições estratégicas na facção.
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De acordo com a investigação, os suspeitos atuavam no setor de “disciplina”, responsável por fiscalizar regras internas e transmitir ordens da organização criminosa.
Aldo (Apolo), Edison (Jerusalém), Talita (Medusa) e Marcos (Libanês) foram alvos da Operação Acato na Baixada Santista.
Divulgação/Polícia Civil
A investigação começou após a prisão de Leandro da Luz Silva, o “Nike”. A partir dela, diligências e ações de inteligência identificaram outros integrantes que ocupavam cargos de comando na região.
Suspeitos presos
Em Guarujá, os policiais cumpriram mandado de busca e prisão temporária contra Aldo César. Conforme a investigação, ele seria “sintonia final do setor de disciplina”. No imóvel, foram apreendidos documentos, três celulares e um veículo Volkswagen T-Cross.
Em Praia Grande, os agentes prenderam Edison, conhecido como “Jerusalém”, e que atuaria no Vale do Ribeira. Foram apreendidos quatro celulares.
Celulares, documentos, veículos e outros objetos foram apreendidos pela Polícia Civil durante a Operação Acato.
Divulgação/Polícia Civil
Já em Mongaguá, foi preso Marcos Antônio, o “Libanês”. Segundo a polícia, ele seria o responsável pela cidade de Itanhaém. No local, os policiais encontraram nove celulares, um simulacro de arma de fogo, 20 relógios de pulso e um veículo Renault Logan.
Também em Mongaguá, os agentes cumpriram mandado contra Talita, conhecida como “Medusa”. Ela é investigada por exercer a função na cidade de Peruíbe. Durante as buscas, foram apreendidos comprovantes de depósitos, uma touca do tipo balaclava e três celulares.
A operação contou com apoio do Grupo de Operações Especiais (GOE), da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Itanhaém e da Delegacia Sede de Peruíbe. As investigações continuam para apurar o envolvimento dos suspeitos.
O g1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.
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