A Polícia Civil realiza, na manhã desta terça-feira (2), uma operação contra integrantes do tráfico de drogas na comunidade do Risca-Faca, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. A ação tem como alvo criminosos ligados à facção Comando Vermelho investigados por tortura, tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo e domínio territorial armado na região.
A ofensiva é conduzida por agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP), com apoio de policiais do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE). Mandados de busca e apreensão são cumpridos na comunidade. Até o momento, três pessoas foram presas.
A operação é resultado de uma investigação aberta após a divulgação de um episódio de extrema violência ocorrido no dia 18 de maio. Segundo a Polícia Civil, duas mulheres foram submetidas a sessões de tortura por traficantes da localidade.
De acordo com as investigações, as vítimas foram agredidas fisicamente, tiveram os cabelos raspados e foram obrigadas a percorrer ruas da comunidade pedindo desculpas aos criminosos. As agressões teriam sido impostas como forma de punição pelos traficantes, prática adotada por facções para impor regras e intimidar moradores.
Os próprios criminosos registraram e divulgaram as cenas nas redes sociais. Segundo os investigadores, a exposição das imagens tinha o objetivo de demonstrar poder, reforçar o controle da organização criminosa sobre o território e espalhar medo.
As investigações apontaram a participação direta de integrantes da facção e identificaram que as ordens para as torturas partiram de duas lideranças do grupo criminoso, ambas com histórico de envolvimento com o tráfico de drogas.
Segundo a Polícia Civil, a operação desta terça-feira busca reunir novas provas, identificar outros participantes do crime e enfraquecer a estrutura da organização criminosa que atua na região. As investigações continuam para responsabilizar todos os envolvidos nas agressões.
A ofensiva é conduzida por agentes da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP), com apoio de policiais do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE). Mandados de busca e apreensão são cumpridos na comunidade. Até o momento, três pessoas foram presas.
A operação é resultado de uma investigação aberta após a divulgação de um episódio de extrema violência ocorrido no dia 18 de maio. Segundo a Polícia Civil, duas mulheres foram submetidas a sessões de tortura por traficantes da localidade.
De acordo com as investigações, as vítimas foram agredidas fisicamente, tiveram os cabelos raspados e foram obrigadas a percorrer ruas da comunidade pedindo desculpas aos criminosos. As agressões teriam sido impostas como forma de punição pelos traficantes, prática adotada por facções para impor regras e intimidar moradores.
Os próprios criminosos registraram e divulgaram as cenas nas redes sociais. Segundo os investigadores, a exposição das imagens tinha o objetivo de demonstrar poder, reforçar o controle da organização criminosa sobre o território e espalhar medo.
As investigações apontaram a participação direta de integrantes da facção e identificaram que as ordens para as torturas partiram de duas lideranças do grupo criminoso, ambas com histórico de envolvimento com o tráfico de drogas.
Segundo a Polícia Civil, a operação desta terça-feira busca reunir novas provas, identificar outros participantes do crime e enfraquecer a estrutura da organização criminosa que atua na região. As investigações continuam para responsabilizar todos os envolvidos nas agressões.
