
O ex-deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), será ,finalmente, julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por ter estimulado o governo dos Estado Unidos a impor um tarifaço contra as empresas exportadoras brasileiras, e conspirar junto a o presidente Donald Trump, para suspender os vistos de autoridades do governo federal e ministros da Corte.
Apesar de o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal (AP 2.66), ter liberado o processo para a Primeira Turma do STF julgar o caso, ainda não há uma data fixada para o julgamento do ex-parlamentar.
Denúncia
A denúncia contra Eduardo Bolsonaro (de ter cometido crime de coação) partiu da Procuradoria-Geral da República (PGR) e foi aceita pelo STF em novembro do ano passado.
Irmão de Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, Eduardo está foragido nos EUA desde março de 2025. Ambos têm pressionado as autoridades estadunidenses a retaliar o Brasil.
No dia 18 de dezembro do ano passado, a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, cassou o mandato de Eduardo, podr ter ultrapassado o limite de faltas não justificadas.
Além de provocar prejuízos para as empresas que atuam no mercado exterior, o ex-deputado desdenha da Justiça brasileira.
Ele não é encontrado para ser noticiado da ação e não se preocupa em constituir advogado para defende-lo.
Diante da situação, o ministro autorizou que a defesa fosse realizada pela Defensoria Pública da União (DPU).
