Homem espanca menino após briga com o filho
O lutador Rafael Gomes Pereira, investigado por espancar um adolescente de 17 anos até deixá-lo desacordado em uma praça de Goiânia, rompeu a tornozeleira eletrônica como parte de uma estratégia para se entregar à Justiça, segundo o advogado dele em entrevista a TV Anhanguera. A declaração foi dada após a prisão preventiva do lutador ser decretada por suposto descumprimento de medidas cautelares impostas após sua soltura.
Segundo o advogado, Rafael decidiu retirar o equipamento eletrônico após receber mensagens com links que poderiam revelar sua localização.
“O Rafael me relatou que estava recebendo diversos links no seu aparelho celular e de pessoas comunicando que o Rafael havia rompido o monitoramento eletrônico. Só que quando a gente foi ver, esses links eram links para que o Rafael entregasse a sua localização. Foi nesse momento que eu determinei: Rafael, é perigoso, corte o monitoramento e eu te apresentarei ao Poder Judiciário, como fiz”, afirmou.
O advogado ainda afirmou que o rompimento foi feito para evitar uma possível abordagem polícia e para que Rafael pudesse se apresentar de forma voluntária.
Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO), informou que ainda não foi oficialmente notificada sobre o caso. A entidade afirmou que, assim que receber a comunicação formal, adotará as providências cabíveis, incluindo a análise de eventuais medidas ético-disciplinares.
O lutador Rafael Gomes Pereira, investigado por espancar um adolescente de 17 anos até deixá-lo desacordado em uma praça de Goiânia, rompeu a tornozeleira eletrônica como parte de uma estratégia para se entregar à Justiça, segundo o advogado dele em entrevista a TV Anhanguera. A declaração foi dada após a prisão preventiva do lutador ser decretada por suposto descumprimento de medidas cautelares impostas após sua soltura.
Segundo o advogado, Rafael decidiu retirar o equipamento eletrônico após receber mensagens com links que poderiam revelar sua localização.
“O Rafael me relatou que estava recebendo diversos links no seu aparelho celular e de pessoas comunicando que o Rafael havia rompido o monitoramento eletrônico. Só que quando a gente foi ver, esses links eram links para que o Rafael entregasse a sua localização. Foi nesse momento que eu determinei: Rafael, é perigoso, corte o monitoramento e eu te apresentarei ao Poder Judiciário, como fiz”, afirmou.
O advogado ainda afirmou que o rompimento foi feito para evitar uma possível abordagem polícia e para que Rafael pudesse se apresentar de forma voluntária.
Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO), informou que ainda não foi oficialmente notificada sobre o caso. A entidade afirmou que, assim que receber a comunicação formal, adotará as providências cabíveis, incluindo a análise de eventuais medidas ético-disciplinares.
