Administrado pela Invesco, o ETF dá exposição a gigantes de tecnologia e crescimento, como Microsoft, Apple, NVIDIA, Amazon e Meta Platforms.
Características principais:
* Foco em tecnologia e inovação.
* Maior volatilidade que índices mais diversificados.
* Forte correlação com juros americanos: quando o mercado espera cortes de juros nos EUA, o QQQ tende a se beneficiar.
* É um dos ETFs mais negociados do mundo.
Para investidores, o QQQ costuma ser visto como uma forma simples de investir nas maiores empresas de crescimento dos Estados Unidos sem precisar comprar cada ação individualmente.
O Nasdaq Composite reúne todas as empresas listadas na bolsa Nasdaq — mais de 3.000 ações, incluindo pequenas, médias e grandes empresas de todos os setores, embora com forte concentração em tecnologia.
O Nasdaq 100 é um subconjunto: pega as 100 maiores empresas não-financeiras listadas na Nasdaq, ponderadas por capitalização de mercado. É nele que estão Apple, Microsoft, Nvidia, Meta, Amazon, Alphabet, Tesla — o “núcleo duro” do tech global.
Na prática, as diferenças que importam para análise:
Composição: O Composite inclui empresas menores e de setores variados, incluindo financeiras. O 100 é puramente as gigantes não-financeiras.
Sensibilidade: O Nasdaq 100 é mais concentrado — as 10 maiores posições chegam a representar mais de 50% do índice. Isso o torna mais volátil em movimentos de big tech. O Composite dilui um pouco essa concentração.
Referência de mercado: Quando analistas e mídia falam “a Nasdaq subiu X%”, geralmente estão se referindo ao Composite. Mas o QQQ — o maior ETF de tech do mundo — replica o Nasdaq 100, não o Composite.
*Coluna escrita por Francisco Alves, operador de mercado e apresentador do Pre-Market na BM&C News
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