O ministro afastado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi presta depoimento nesta segunda-feira (15) no processo disciplinar que apura denúncias de crimes sexuais contra ele.
A oitiva ocorre a comissão ouvir na semana passada testemunhas de defesa e acusação. As duas vítimas optaram por não depor, direito que é assegurado. Elas já prestaram depoimentos ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Ao longo do processo, Buzzi tem negado as acusações (veja a manifestação dele mais abaixo).
O ministro está afastado do cargo desde 10 de fevereiro, e também permanece impedido de entrar nas dependências do STJ. Ele é alvo de duas denúncias de importunação sexual.
A primeira é de uma jovem de 18 anos que passou as férias de janeiro com a família na casa do ministro em Santa Catarina. A segunda denúncia é de uma mulher que trabalhou no gabinete dele. O caso teria ocorrido em 2023.
Em paralelo ao processo no STJ, Buzzi é alvo de um procedimento no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e de um inquérito criminal no Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria do ministro Kassio Nunes Marques.
A defesa do magistrado tem dito, em manifestações enviadas à imprensa, que Buzzi “não cometeu qualquer ato impróprio ao longo de sua trajetória”. E que as alegações apresentadas contra o ministro “carecem de provas concretas”.
– Esta reportagem está em atualização.
Nunes Marques determina investigação a ministro Marco Buzzi, do STJ, suspeito de importunação sexual
A oitiva ocorre a comissão ouvir na semana passada testemunhas de defesa e acusação. As duas vítimas optaram por não depor, direito que é assegurado. Elas já prestaram depoimentos ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Ao longo do processo, Buzzi tem negado as acusações (veja a manifestação dele mais abaixo).
O ministro está afastado do cargo desde 10 de fevereiro, e também permanece impedido de entrar nas dependências do STJ. Ele é alvo de duas denúncias de importunação sexual.
A primeira é de uma jovem de 18 anos que passou as férias de janeiro com a família na casa do ministro em Santa Catarina. A segunda denúncia é de uma mulher que trabalhou no gabinete dele. O caso teria ocorrido em 2023.
Em paralelo ao processo no STJ, Buzzi é alvo de um procedimento no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e de um inquérito criminal no Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria do ministro Kassio Nunes Marques.
A defesa do magistrado tem dito, em manifestações enviadas à imprensa, que Buzzi “não cometeu qualquer ato impróprio ao longo de sua trajetória”. E que as alegações apresentadas contra o ministro “carecem de provas concretas”.
– Esta reportagem está em atualização.
Nunes Marques determina investigação a ministro Marco Buzzi, do STJ, suspeito de importunação sexual
