Polícia prende mais três suspeitos de envolvimento em sequestro de empresário e pedido de R$ 2 milhões de resgate em Barcarena

Operação Ferrugem: policiais civis prendem três suspeitos de sequestrar casal em Barcarena
A Polícia Civil prendeu mais três suspeitos de participação no sequestro de um empresário e da esposa dele em Barcarena, na Região Metropolitana de Belém. As prisões ocorreram nesta segunda-feira (22), durante a segunda fase da Operação Ferrugem.
Segundo as investigações, o casal foi abordado por criminosos armados e encapuzados no dia 19 de maio, em Vila do Conde. Pelo menos um dos suspeitos usava roupas semelhantes às de um policial civil. Os criminosos exigiram R$ 2 milhões para libertar o empresário.
Entre os presos está Diogo Castro Machado, localizado no Aeroporto Internacional de Belém. De acordo com a Polícia Civil, ele apresentou um documento falso durante a abordagem e também foi autuado por uso de documento falso.
Os outros dois presos são Helton Cezar Sanches Gomes, conhecido como “Rato”, apontado como integrante da organização criminosa investigada, e Ronaldo Cardoso Furtado, o “RK”, suspeito de atuar na logística financeira do grupo. Segundo a polícia, Ronaldo também foi preso em flagrante por tráfico de drogas após ser encontrado com entorpecentes.
As prisões foram realizadas por equipes da Delegacia de Repressão a Roubos a Bancos e Antissequestro (DRRBA), com apoio da Polícia Federal.
De acordo com a Polícia Civil, a mulher foi abandonada em um ramal de Barcarena durante o sequestro, enquanto o empresário permaneceu em poder dos criminosos. Após diligências policiais, ele foi libertado no mesmo dia. Mesmo assim, os suspeitos continuaram fazendo exigências aos familiares da vítima.
Ainda no dia do crime, dois integrantes do grupo foram presos após a identificação de uma conta bancária que receberia parte do valor exigido como resgate.
Com as novas prisões, cinco pessoas já foram presas por envolvimento no caso. Todos são investigados pelos crimes de extorsão mediante sequestro e associação criminosa. As investigações continuam para identificar outros participantes do esquema.
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