‘Achei que iria morrer’, diz mulher que se trancou no banheiro para escapar de agressões do companheiro

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Um homem foi preso neste sábado (12) após ameaçar a companheira com uma faca e agredir a própria mãe dentro de casa, no bairro Santa Helena, em Contagem, na Grande BH. A vítima, que preferiu não se identificar, afirmou que o suspeito a agrediu diversas vezes e ela precisou se esconder no banheiro por mais de quatro horas.
Segundo a mulher, o companheiro ficou irritado após ser questionado sobre o uso de drogas e passou a agir de forma violenta. Segundo a Guarda Civil Municipal de Contagem, ele estava exaltado e com uma faca na cintura quando os agentes chegaram ao local.
“Ele me jogou em cima da cama e me estrangulou três vezes. Eu juro, achei que iria morrer naquele momento”, disse a vítima.
Ainda segundo a Guarda, a ocorrência teve início quando a irmã da vítima abordou a guarnição da Regional Sede durante patrulhamento preventivo, informando que a vítima estava sendo ameaçada.
Ao entrar na residência, os agentes encontraram a mulher chorando e o suspeito agressivo. A mulher contou que, além das ameaças, foi agredida com chutes. O homem também tentou enforcar a própria mãe.
Outro registro violento
A Justiça concedeu liberdade provisória a um homem de 25 anos preso em flagrante na manhã de domingo (12) por agredir a companheira em Santa Luzia, também na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O caso aconteceu no bairro Palmital e chamou atenção pela violência relatada pela vítima, que disse ter sido espancada por horas e ameaçada de morte.
De acordo com a ocorrência policial, o suspeito havia bebido grande quantidade de cachaça e cerveja quando começou a vomitar no banheiro. Ele, então, ordenou que a companheira limpasse, mas ela negou. Ele passou a agredi-la com socos, chutes, puxões de cabelo e golpes com um pedaço de pau.
A decisão que concedeu a liberdade provisória foi assinada ainda no domingo pela juíza plantonista Anna Carolina Goulart Martins e Silva. Ela entendeu que, apesar de haver indícios do crime, não existem elementos concretos que justifiquem a manutenção da prisão, como risco à segurança pública, à investigação ou ao cumprimento da lei.
O homem foi liberado com medidas protetivas que o impedem de se aproximar ou manter contato com a mulher, inclusive por redes sociais. Ele também deve manter distância mínima de 500 metros e comparecer a todos os atos do processo. A vítima, que apresentou várias lesões e pediu medida protetiva de urgência, foi atendida em uma unidade de saúde e liberada. No depoimento, ela contou
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