
Investigação foi realizada pela Divisão de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco)
Polícia Civil/divulgação
Um policial militar de 42 anos e um homem de 31, foram presos preventivamente durante a Operação Tarpeia, que investiga o tráfico ilegal de armas de fogo e munições. A ação foi deflagrada pela Polícia Civil nesta terça-feira (30), em Macapá. Também estão sendo investigados dois guardas civis municipais, de 47 e 50 anos, respectivamente.
As investigações da Divisão de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), começaram em julho de 2025, a partir de outra operação. Conversas obtidas por meio de quebra de sigilo telefônico revelaram negociações explícitas de armas de diversos calibres, repasses de valores em dinheiro e até discussões sobre técnicas de adulteração de numeração de série para ocultar a origem ilícita dos materiais.
Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça
A Operação Tarpeia, deflagrada pela Polícia Civil nesta terça-feira (30), tem como objetivo desarticular uma rede de comércio clandestino de armas e munições que contava com a participação de agentes de segurança pública.
Quem são os alvos?
Um policial militar de 42 anos, apontado como fornecedor estratégico de armamentos.
Um homem de 31 anos, identificado como intermediador e braço operacional da rede.
Um guarda civil municipal de 47 anos, que teria comercializado ilegalmente uma pistola e registrado boletim falso de extravio.
Outro guarda civil municipal de 50 anos, suspeito de atuar na supressão de numerações de série e na compra de armas informais.
LEIA MAIS:
Presídio do Amapá diz que vai apurar morte de detenta após choque elétrico durante fuga
De acordo com a Polícia Civil, os investigados respondem por comércio ilegal de arma de fogo, associação criminosa armada e fraude processual.
Agora no g1
Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá
VÍDEOS com as notícias do Amapá:
