Trump conversou com presidente da Fifa para contestar expulsão de atacante dos EUA; cartão vermelho foi revogado


Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e presidente da Fifa, Gianni Infantino, posam para foto com o troféu da Copa do Mundo no Salão Oval, na Casa Branca. Foto de agosto de 2025.
Divulgação/Casa Branca
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou em contato diretamente com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para “entender melhor o motivo” o cartão vermelho aplicado ao atacante Folarin Balogun durante o jogo contra a Bósnia e Herzegovina, na ultima quarta (1).
Segundo uma autoridade dos EUA, Trump conversou com Infantino sobre a razão da suspensão aplicada contra o jogador, que ficaria fora do jogo contra a Bélgica. A partida, válida pelas oitavas de final, acontece na segunda (5), às 21h (horário de Brasília).
Para TV Globo, a autoridade norte-americana afirmou que o governo dos EUA “forneceu evidências adicionais que foram utilizadas no processo de apelação”. A autoridade também ressaltou que o processo de apelação é conduzido por um conselho independente.
Nas redes sociais, o presidente parabenizou a Fifa e disse que o órgão reverteu uma grande injustiça.
“Obrigado à FIFA por fazer o que era certo e reverter uma grande injustiça!”, publicou o presidente.
Donald Trump parabeniza Fifa por reverter cartão vermelho aplicado em atacante dos EUA durante a Copa de 2026.
Reprodução
O que motivou a suspensão do cartão vermelho?
O Comitê Disciplinar da Fifa utilizou o artigo 27 do seu Código Disciplinar para livrar o atacante. O texto prevê que o órgão pode “suspender total ou parcialmente a aplicação de uma medida disciplinar”.
Na prática, a suspensão de Balogun foi convertida em um período probatório de um ano. Se ele cometer outra falta grave nesse intervalo, a punição automática é revogada e ele terá que cumprir a sanção.
Folarin Balogun, dos EUA, durante jogo contra a Bósnia e Herzegovina.
Phil Noble / Reuters
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