A Polícia Civil libertou nesta terça-feira (7) em Franca (SP) uma mulher, uma adolescente e a filha recém-nascida dela que eram mantidas em cárcere privado desde segunda-feira (6). O cativeiro foi descoberto no bairro Jardim Aeroporto III.
Segundo o delegado Gabriel Fernando, uma denúncia anônima levou ao paradeiro de avó, filha e neta. Elas tinham sido levadas na manhã de segunda-feira, tiveram os celulares subtraídos e foram levadas a uma casa, onde foram mantidas presas.
Ao chegar ao endereço nesta terça-feira, um homem que fazia a segurança do local tentou fugir, mas acabou sendo preso.
“Assim que ele visualizou as equipes, ele tentou correr, quebrou o celular, pulou o muro, mas foi perseguido e contido. Ele tentou partir para cima da equipe, razão pela qual teve que ser imobilizado.”
Durante a vistoria na casa, os policiais encontraram a família em um quarto nos fundos. A bebê, segundo o delegado, tem 15 dias de vida.
“Elas estavam com uma espécie de vigia, um segurança, que ficou o tempo inteiro com o rosto coberto. Para levar comida e água para as vítimas, ele utilizava uma blusa preta justamente para ocultar a identidade dele”, afirma o delegado.
*Esta matéria está em atualização
Segundo o delegado Gabriel Fernando, uma denúncia anônima levou ao paradeiro de avó, filha e neta. Elas tinham sido levadas na manhã de segunda-feira, tiveram os celulares subtraídos e foram levadas a uma casa, onde foram mantidas presas.
Ao chegar ao endereço nesta terça-feira, um homem que fazia a segurança do local tentou fugir, mas acabou sendo preso.
“Assim que ele visualizou as equipes, ele tentou correr, quebrou o celular, pulou o muro, mas foi perseguido e contido. Ele tentou partir para cima da equipe, razão pela qual teve que ser imobilizado.”
Durante a vistoria na casa, os policiais encontraram a família em um quarto nos fundos. A bebê, segundo o delegado, tem 15 dias de vida.
“Elas estavam com uma espécie de vigia, um segurança, que ficou o tempo inteiro com o rosto coberto. Para levar comida e água para as vítimas, ele utilizava uma blusa preta justamente para ocultar a identidade dele”, afirma o delegado.
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