
O fundador do Idesam, Mariano Colini Cenamo
Reprodução/Governo de Rondônia
Mariano Colini Cenamo, fundador do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam), morreu na noite de sexta-feira (10). A informação foi confirmada pela instituição neste sábado (11). A causa da morte não foi divulgada.
Engenheiro florestal e uma das principais referências em desenvolvimento sustentável na Amazônia, Mariano fundou o Idesam há mais de 20 anos e liderou projetos voltados à conservação da floresta, à bioeconomia, ao empreendedorismo e à valorização das populações locais.
A cerimônia de despedida será realizada neste sábado, em Florianópolis (SC), das 10h às 13h, na Capela Marfim do Cemitério Parque e Crematório Jardim da Paz.
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Em nota, o Idesam destacou a trajetória de Mariano e sua contribuição para a construção de soluções que conciliam conservação ambiental, desenvolvimento sustentável e geração de renda para comunidades amazônicas.
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Segundo a instituição, ele teve papel importante na formação de lideranças, na articulação entre organizações e na implementação de projetos voltados à manutenção da floresta em pé.
O instituto também ressaltou que o trabalho de Mariano impactou pesquisadores, empreendedores, comunidades e organizações que atuam na Amazônia.
“Mariano deixa um legado que transcende o tempo. Ele seguirá presente na missão do IDESAM, nas pessoas que formou, nas instituições que ajudou a fortalecer e em cada transformação construída em favor da Amazônia”, afirmou o instituto em nota.
