
Placa de entrega do terreno Casa Rosa
Divulgação/ Casa Rosa
Em Santarém, no oeste do Pará, a Casa Rosa completa 10 anos de atuação e se prepara para ampliar o acolhimento de mulheres em tratamento contra o câncer. Há uma década, a instituição oferece apoio a pacientes oncológicas vindas de diferentes municípios do Pará que precisam se deslocar até a cidade para realizar consultas e procedimentos médicos.
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Mais do que um espaço de acolhimento, a Casa Rosa se tornou um ponto de apoio para mulheres que enfrentam o câncer longe de casa, oferecendo assistência durante consultas, quimioterapia e outros procedimentos médicos. Atualmente, a entidade funciona em um imóvel alugado, localizado na Alameda 5, no bairro Jardim Santarém.
Nesta quinta-feira (17) a instituição recebeu a doação de um terreno em Santarém, a conquista foi possível após a sanção da Lei nº 23.000, de 15 de julho de 2026, por meio da qual o município autorizou a doação do terreno à instituição, onde pretende construir sua sede própria e expandir o atendimento a pacientes vindas de diferentes municípios da região, o imóvel está localizado na rua Santo Antônio, s/n, Aeroporto Velho.
A entidade filantrópica atende mulheres que chegam à cidade para realizar consultas, exames, quimioterapia e outros procedimentos no Hospital Regional do Baixo Amazonas. Além do acolhimento temporário, também oferece assistência social, terapias, rodas de conversa, cestas básicas e doação de perucas para pacientes.
Segundo a presidente da instituição, a nova sede representa esperança e a possibilidade de atender um número maior de mulheres, além de proporcionar mais conforto e reduzir os custos de deslocamento das pacientes, já que o terreno fica próximo ao Hospital Regional.
“Esse terreno representa um sonho para nós. Agora, vamos iniciar uma grande força-tarefa para construir a sede o mais rápido possível e sair do aluguel. Com uma estrutura mais ampla e confortável, poderemos aumentar o número de atendimentos, acolher mais mulheres e oferecer espaços mais adequados para terapias, biblioterapia e consultas”, destacou Francisca Dias.
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