Quatorze pessoas foram presas durante uma operação da Polícia Civil da Bahia, deflagrada na madrugada desta quinta-feira (16), contra uma organização criminosa investigada por movimentar cerca de R$ 110 milhões com o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Os mandados foram cumpridos em Salvador e Juazeiro, na Bahia, além de Petrolina, Salgueiro e Serra Talhada, em Pernambuco.
A investigação aponta que a organização criminosa atuava principalmente em Juazeiro e Petrolina. Segundo a Polícia Civil, o grupo é suspeito de praticar tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de capitais.
De acordo com as investigações, que duraram um ano, a quadrilha era comandada por um homem responsável por coordenar a distribuição de drogas sintéticas, cocaína e maconha nas duas cidades.
Em Juazeiro, seis mandados de prisão foram cumpridos. Um homem de 28 anos e a companheira dele, de 25, foram presos no bairro Expedito Nascimento. No imóvel, os policiais apreenderam um veículo, drogas, munições e R$ 28 mil em espécie.
Ainda no mesmo bairro, outro suspeito, de 27 anos, foi preso e estava com uma arma. Um terceiro investigado, de 39 anos, foi localizado no Residencial Mairi. Outro alvo da operação teve o mandado cumprido enquanto já estava preso. Dois investigados seguem sendo procurados.
Em Petrolina, um casal de 21 e 25 anos foi preso no bairro Dom Avelar. Outro homem, de 34 anos, foi localizado em um condomínio no bairro Cohab Massangano, onde também foram apreendidas munições. Outros dois mandados foram cumpridos em Serra Talhada e Salgueiro.
Segundo a Polícia Civil, os entorpecentes eram comprados em São Paulo, para onde integrantes da organização viajavam para coordenar e viabilizar o transporte das drogas até o Vale do São Francisco. A investigação também identificou negociações de maconha em atacado com produtores de áreas de cultivo em Pernambuco.
As apurações apontaram ainda a existência de um núcleo financeiro responsável por recolher os lucros obtidos com o tráfico e distribuir os valores em diversas contas bancárias de pessoas usadas como “laranjas”, com o objetivo de dificultar o rastreamento do dinheiro.
Conforme a investigação, o esquema movimentou cerca de R$ 110 milhões entre janeiro de 2024 e outubro de 2025. A Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias até esse valor.
Durante a operação, foram apreendidos dois veículos avaliados em aproximadamente R$ 300 mil, além de armas, munições, drogas e dinheiro em espécie.
A investigação aponta que a organização criminosa atuava principalmente em Juazeiro e Petrolina. Segundo a Polícia Civil, o grupo é suspeito de praticar tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de capitais.
De acordo com as investigações, que duraram um ano, a quadrilha era comandada por um homem responsável por coordenar a distribuição de drogas sintéticas, cocaína e maconha nas duas cidades.
Em Juazeiro, seis mandados de prisão foram cumpridos. Um homem de 28 anos e a companheira dele, de 25, foram presos no bairro Expedito Nascimento. No imóvel, os policiais apreenderam um veículo, drogas, munições e R$ 28 mil em espécie.
Ainda no mesmo bairro, outro suspeito, de 27 anos, foi preso e estava com uma arma. Um terceiro investigado, de 39 anos, foi localizado no Residencial Mairi. Outro alvo da operação teve o mandado cumprido enquanto já estava preso. Dois investigados seguem sendo procurados.
Em Petrolina, um casal de 21 e 25 anos foi preso no bairro Dom Avelar. Outro homem, de 34 anos, foi localizado em um condomínio no bairro Cohab Massangano, onde também foram apreendidas munições. Outros dois mandados foram cumpridos em Serra Talhada e Salgueiro.
Segundo a Polícia Civil, os entorpecentes eram comprados em São Paulo, para onde integrantes da organização viajavam para coordenar e viabilizar o transporte das drogas até o Vale do São Francisco. A investigação também identificou negociações de maconha em atacado com produtores de áreas de cultivo em Pernambuco.
As apurações apontaram ainda a existência de um núcleo financeiro responsável por recolher os lucros obtidos com o tráfico e distribuir os valores em diversas contas bancárias de pessoas usadas como “laranjas”, com o objetivo de dificultar o rastreamento do dinheiro.
Conforme a investigação, o esquema movimentou cerca de R$ 110 milhões entre janeiro de 2024 e outubro de 2025. A Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias até esse valor.
Durante a operação, foram apreendidos dois veículos avaliados em aproximadamente R$ 300 mil, além de armas, munições, drogas e dinheiro em espécie.
