
Com a vitória no leilão da Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), a EPR amplia sua atuação no setor de concessões rodoviárias e passa a administrar um dos principais corredores logísticos do Brasil, responsável por ligar os estados de São Paulo e Paraná.
Antes de assumir a Régis Bittencourt, o grupo já administrava sete concessões rodoviárias nos estados de Minas Gerais e Paraná, incluindo trechos federais e estaduais.
Concessões em Minas Gerais
Em Minas Gerais, a EPR opera quatro concessões rodoviárias.
A EPR Sul de Minas é responsável por cerca de 454 quilômetros de rodovias, incluindo as MG-173, MG-290, MG-295, MG-455, BR-459, MG-459, CMG-146 e LMG-877.
Já a EPR Triângulo administra aproximadamente 627 quilômetros de estradas na região do Triângulo Mineiro. A concessão inclui trechos das BR-365, BR-452, CMG-452, MG-190, MG-462, MG-427, LMG-798, LMG-812 e LMG-782.
Outra operação importante é a EPR Via Mineira, responsável pelos 232 quilômetros da BR-040 entre Belo Horizonte e Juiz de Fora, uma das principais ligações entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro.
O grupo também controla a EPR Vias do Café, que administra cerca de 433 quilômetros de rodovias no Sul de Minas, entre elas as MG-167, BR-265, BR-146, MGC-491, CMG-369 e LMG-863.
No Paraná, a EPR opera a EPR Litoral Pioneiro, concessionária responsável por aproximadamente 605 quilômetros de rodovias que integram o Lote 2 do programa estadual de concessões.
A malha reúne trechos estratégicos das BR-277, BR-153 e BR-369, conectando o litoral paranaense aos Campos Gerais e ao Norte Pioneiro.
Além dessa operação, o grupo também administra as concessionárias EPR Iguaçu e EPR Paraná, responsáveis por outros lotes concedidos pelo governo estadual.
Expansão com a Régis Bittencourt
A EPR Participações SA (joint venture entre Equipav e Perfin) venceu a disputa pela nova concessão de mais de 400 quilômetros da Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), que liga São Paulo (SP) e Curitiba (PR), no leilão realizado na sede da B3, em São Paulo, nesta quinta-feira (23). A empresa ofereceu deságio de 22,53%.
Também participaram do leilão do ativo a Motiva (antiga CCR /MOTV3) e a Arteris (atual administradora do trecho).
Veja tudo sobre o contrato de concessão da Régis Bittencourt.
