Adolescente goiana desaparece após sair de estágio na França

Alice Dias de Oliveira está desaparecida desde quarta-feira (22)Reprodução

A adolescente goiana Alice Dias de Oliveira, de 16 anos, está desaparecida desde a noite de quarta-feira (22), na França. Natural de Goiânia, a jovem mora há cerca de quatro anos na Região Metropolitana de Paris e não fez mais contato com os familiares depois de sair de um estágio de férias.

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Segundo a família, Alice avisou ao pai, por volta das 22h30, que aguardava um trem para voltar para casa. Os dois costumavam se encontrar em uma estação ferroviária para fazerem juntos o restante do trajeto, mas a adolescente não apareceu no local combinado.

A jovem deveria ter chegado à residência da família, na região de Trappes, subúrbio da capital francesa, antes da meia-noite. Desde então, não houve novos contatos confirmados.

Alice também deixou de atender às ligações e de responder às mensagens. 

A irmã da adolescente, Ana Flávia Oliveira, relatou à imprensa que Alice nunca havia saído sem avisar. A família também tenta obter imagens de câmeras instaladas nas estações de trem e informações relacionadas ao rastreamento do celular da jovem.

De acordo com os parentes, o aparelho chegou a indicar uma localização antes de ficar sem bateria. Familiares, no entanto, afirmam que ninguém foi encontrado no endereço apontado e reclamam da demora para obter acesso a registros que possam auxiliar nas buscas.

Amiga também está desaparecida

Os familiares trabalham com a possibilidade de que Alice esteja acompanhada de uma amiga, a cabo-verdiana Maria de Fátima Pina Monteiro, que também desapareceu na França.

Maria de Fátima foi vista pela última vez na terça-feira (21), um dia antes do desaparecimento da goiana.

Relatos recebidos pela família indicam que as duas poderiam ter sido vistas seguindo em direção à região de Marselha, no sul do país. A informação, porém, ainda não foi confirmada oficialmente pelas autoridades francesas.

Os desaparecimentos foram comunicados à polícia francesa, que investiga os casos.

O Ministério das Relações Exteriores informou à imprensa que acompanha a situação por meio da rede consular brasileira na França e presta assistência aos familiares.

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