O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu à Suprema Corte do país que autorize a entrada em vigor de um decretoque dificulta o voto através dos correios no país. O pedido acontece meses antes da realização das eleições de meio de mandato no país, previstas para novembro deste ano.
O pedido foi apresentado após um tribunal de apelações manter a decisão que suspendeu a medida nos 23 estados e no Distrito de Colúmbia que contestaram o decreto na Justiça. O Departamento de Justiça quer que as mudanças entrem em vigor enquanto o caso continua sendo analisado.
Assinado por Trump em março, o decreto determina a criação de uma lista federal de cidadãos aptos a votar, elaborada pelo Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) e pela Administração da Seguridade Social. O texto também estabelece que as cédulas enviadas pelo correio sejam entregues apenas às pessoas incluídas nesse cadastro.
Os estados que acionaram a Justiça argumentam que a Constituição americana atribui aos estados e ao Congresso, e não ao presidente, a competência para definir as regras das eleições.
Em junho, a juíza federal Indira Talwani suspendeu a aplicação do decreto para os estados autores da ação nas eleições de 3 de novembro. No fim de semana, um painel do Tribunal de Apelações do 1º Circuito manteve essa decisão.
Trump afirma que a medida tem como objetivo impedir o voto de pessoas sem cidadania americana. Segundo autoridades e estudos citados no processo, esse tipo de ocorrência é raro nos Estados Unidos e já constitui crime, passível de deportação.
Em atualização
O pedido foi apresentado após um tribunal de apelações manter a decisão que suspendeu a medida nos 23 estados e no Distrito de Colúmbia que contestaram o decreto na Justiça. O Departamento de Justiça quer que as mudanças entrem em vigor enquanto o caso continua sendo analisado.
Assinado por Trump em março, o decreto determina a criação de uma lista federal de cidadãos aptos a votar, elaborada pelo Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) e pela Administração da Seguridade Social. O texto também estabelece que as cédulas enviadas pelo correio sejam entregues apenas às pessoas incluídas nesse cadastro.
Os estados que acionaram a Justiça argumentam que a Constituição americana atribui aos estados e ao Congresso, e não ao presidente, a competência para definir as regras das eleições.
Em junho, a juíza federal Indira Talwani suspendeu a aplicação do decreto para os estados autores da ação nas eleições de 3 de novembro. No fim de semana, um painel do Tribunal de Apelações do 1º Circuito manteve essa decisão.
Trump afirma que a medida tem como objetivo impedir o voto de pessoas sem cidadania americana. Segundo autoridades e estudos citados no processo, esse tipo de ocorrência é raro nos Estados Unidos e já constitui crime, passível de deportação.
Em atualização
