A confiança dos argentinos no governo do presidente Javier Milei atingiu, em julho, o menor nível desde o início de seu mandato, segundo o Índice de Confiança no Governo (ICG), elaborado pela Universidade Torcuato Di Tella (UTDT). O indicador caiu 6,5% em relação a junho e passou a marcar 1,94 ponto, em uma escala de 0 a 5.
O resultado interrompe a recuperação registrada no mês anterior e reforça uma tendência de queda observada ao longo de quase todo o ano. Na comparação com julho do ano passado, o índice recuou 21%, indicando um desgaste na avaliação do governo.
Segundo análise do jornal **Clarín**, os números representam um “alerta para o governo” porque coincidem com o lançamento da estratégia de Milei para buscar a reeleição. O jornal destaca que o nível atual de confiança é semelhante ao registrado em setembro do ano passado, quando o então candidato sofreu uma derrota expressiva para o peronismo na província de Buenos Aires.
Apesar da piora, o índice de confiança de Milei ainda supera o registrado por **Alberto Fernández** no mesmo período de governo, quando o ICG marcava 1,12 ponto. Por outro lado, está abaixo dos níveis observados nos governos de **Mauricio Macri** (2,01 pontos) e **Néstor Kirchner** (2,26 pontos) após 31 meses de mandato.
Os dados mostram que quatro dos cinco indicadores que compõem o índice registraram queda em julho. O maior recuo foi na avaliação da eficiência da administração pública, que caiu 15,4%.
Também pioraram as avaliações sobre a capacidade do governo de resolver os problemas do país, com queda de 7,3%, e sobre a preocupação da gestão com o interesse geral da população, que recuou 6,9%.
O único indicador que praticamente se manteve estável foi o de honestidade dos funcionários públicos, com leve queda de 0,4%. Ainda assim, esse continua sendo o aspecto mais bem avaliado da administração Milei.
A pesquisa também apontou uma forte perda de apoio entre os jovens de 18 a 29 anos. Nesse grupo, a confiança no governo caiu 23% em apenas um mês.
Regionalmente, o **Gran Buenos Aires (GBA)** segue concentrando a pior avaliação do governo. A região registrou índice de 1,63 ponto, o menor do país, além da maior queda mensal, de 10,9%.
O levantamento também mostra que a percepção sobre a economia continua sendo um dos principais fatores para a aprovação do governo.
Entre os argentinos que acreditam que a situação econômica do país vai melhorar nos próximos 12 meses, o índice de confiança chega a **4,15 pontos**. Já entre aqueles que esperam uma piora da economia, o indicador cai para apenas **0,33 ponto**, evidenciando a forte influência das expectativas econômicas na avaliação da gestão de Milei.
O resultado interrompe a recuperação registrada no mês anterior e reforça uma tendência de queda observada ao longo de quase todo o ano. Na comparação com julho do ano passado, o índice recuou 21%, indicando um desgaste na avaliação do governo.
Segundo análise do jornal **Clarín**, os números representam um “alerta para o governo” porque coincidem com o lançamento da estratégia de Milei para buscar a reeleição. O jornal destaca que o nível atual de confiança é semelhante ao registrado em setembro do ano passado, quando o então candidato sofreu uma derrota expressiva para o peronismo na província de Buenos Aires.
Apesar da piora, o índice de confiança de Milei ainda supera o registrado por **Alberto Fernández** no mesmo período de governo, quando o ICG marcava 1,12 ponto. Por outro lado, está abaixo dos níveis observados nos governos de **Mauricio Macri** (2,01 pontos) e **Néstor Kirchner** (2,26 pontos) após 31 meses de mandato.
Os dados mostram que quatro dos cinco indicadores que compõem o índice registraram queda em julho. O maior recuo foi na avaliação da eficiência da administração pública, que caiu 15,4%.
Também pioraram as avaliações sobre a capacidade do governo de resolver os problemas do país, com queda de 7,3%, e sobre a preocupação da gestão com o interesse geral da população, que recuou 6,9%.
O único indicador que praticamente se manteve estável foi o de honestidade dos funcionários públicos, com leve queda de 0,4%. Ainda assim, esse continua sendo o aspecto mais bem avaliado da administração Milei.
A pesquisa também apontou uma forte perda de apoio entre os jovens de 18 a 29 anos. Nesse grupo, a confiança no governo caiu 23% em apenas um mês.
Regionalmente, o **Gran Buenos Aires (GBA)** segue concentrando a pior avaliação do governo. A região registrou índice de 1,63 ponto, o menor do país, além da maior queda mensal, de 10,9%.
O levantamento também mostra que a percepção sobre a economia continua sendo um dos principais fatores para a aprovação do governo.
Entre os argentinos que acreditam que a situação econômica do país vai melhorar nos próximos 12 meses, o índice de confiança chega a **4,15 pontos**. Já entre aqueles que esperam uma piora da economia, o indicador cai para apenas **0,33 ponto**, evidenciando a forte influência das expectativas econômicas na avaliação da gestão de Milei.
