O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (16) que “possivelmente” será candidato à Presidência da República no ano que vem, durante um discurso com tom de autocrítica sobre a atuação da esquerda e a necessidade de reconectar o discurso progressista à realidade das pessoas.
“Eu possivelmente serei candidato à Presidência outra vez. Mas é preciso pensar num país maior — num país em que o povo seja capaz de compreender que país está sendo construído”, disse Lula.
O pronunciamento ocorreu em evento do PT em Brasília, voltado a lideranças partidárias, sindicalistas e movimentos sociais. O presidente também criticou o distanciamento entre o discurso da esquerda e a linguagem da população.
“Muitas vezes, acho que o nosso discurso está muito distante do nível de compreensão das pessoas que querem nos escutar. Precisamos aprender a falar de um jeito que elas entendam o que estamos dizendo, o que queremos dizer”, afirmou.
Lula fez ainda uma análise sobre o avanço da direita no país e disse que a democracia “foi derrotada” porque “deixou de cumprir o que prometeu”.
“Todo mundo sabe que a democracia foi derrotada. E por que foi derrotada? Porque deixou de cumprir o que prometeu. Não há democracia sem comida na mesa, sem salário, sem universidade, sem direitos humanos, sem participação das mulheres, sem combate ao preconceito racial”, afirmou o presidente.
Ele também voltou a criticar a atuação da esquerda nas redes digitais e disse que o campo progressista demorou para compreender o poder de mobilização da internet.
“A surra que nós tomamos nas redes digitais, desde que elas foram criadas, foi grande. A direita tomou conta da internet, e nós levamos muito tempo para descobrir isso. Eu não falo ‘rede social’, falo ‘rede digital’, porque de social tem muito pouco. O que há é pedofilia, ofensa, preconceito, agressão, desrespeito a mulheres que lutam e a pessoas progressistas”, declarou.
Lula encerrou dizendo que a esquerda precisa recuperar o diálogo com a população e abandonar disputas internas.
“Tem que ser uma prática cotidiana, não pode ser de vez em quando. Tem que ser todo santo dia — senão, a gente vai perder. Cada um cuida do seu mandato, da sua reeleição. É preciso mudar isso.”
“Eu possivelmente serei candidato à Presidência outra vez. Mas é preciso pensar num país maior — num país em que o povo seja capaz de compreender que país está sendo construído”, disse Lula.
O pronunciamento ocorreu em evento do PT em Brasília, voltado a lideranças partidárias, sindicalistas e movimentos sociais. O presidente também criticou o distanciamento entre o discurso da esquerda e a linguagem da população.
“Muitas vezes, acho que o nosso discurso está muito distante do nível de compreensão das pessoas que querem nos escutar. Precisamos aprender a falar de um jeito que elas entendam o que estamos dizendo, o que queremos dizer”, afirmou.
Lula fez ainda uma análise sobre o avanço da direita no país e disse que a democracia “foi derrotada” porque “deixou de cumprir o que prometeu”.
“Todo mundo sabe que a democracia foi derrotada. E por que foi derrotada? Porque deixou de cumprir o que prometeu. Não há democracia sem comida na mesa, sem salário, sem universidade, sem direitos humanos, sem participação das mulheres, sem combate ao preconceito racial”, afirmou o presidente.
Ele também voltou a criticar a atuação da esquerda nas redes digitais e disse que o campo progressista demorou para compreender o poder de mobilização da internet.
“A surra que nós tomamos nas redes digitais, desde que elas foram criadas, foi grande. A direita tomou conta da internet, e nós levamos muito tempo para descobrir isso. Eu não falo ‘rede social’, falo ‘rede digital’, porque de social tem muito pouco. O que há é pedofilia, ofensa, preconceito, agressão, desrespeito a mulheres que lutam e a pessoas progressistas”, declarou.
Lula encerrou dizendo que a esquerda precisa recuperar o diálogo com a população e abandonar disputas internas.
“Tem que ser uma prática cotidiana, não pode ser de vez em quando. Tem que ser todo santo dia — senão, a gente vai perder. Cada um cuida do seu mandato, da sua reeleição. É preciso mudar isso.”
