O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (23) que acredita que o impacto do tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos aos produtos brasileiros será limitado.
Em entrevista ao ICL notícias, ele disse que sua expectativa é de que o assunto seja superado após o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Acredito que isso vai passar, foi uma ingerência de um país sobre nós, de um assunto que não é nem do Executivo, é da Justiça (…) Passada essa fase aguda, julgamento, publicação da decisão [sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro], acredito que isso vai ser superado. Pois não tem base econômica, só pode estar baseada em desinformação”, disse Haddad.
O ministro da Fazenda disse que as exportações brasileiras se diversificaram nos últimos dez anos m relação aos primeiros mandatos do presidente Lula (2003 a 2010). “Lula ficou surpreso com o fato de que estamos exportando metade do que exportávamos como proporção da pauta brasileira, do primeiro mandato dele para ca. Brasil se diversificou muito”, disse ele.
Acrescentou que somente 4% das exportações brasileiras estão sendo afetadas pelo tarifaço imposto pelo presidente norte-americano, Donald Trump, sendo que mais da metade era de “commodities” (produtos básicos com cotação internacional). Segundo ele, essas vendas externas tendem “rapidamente direcionadas para outras regiões”.
“Eu disse ao presidente que achava que iriamos segurar bem, mas que teríamos de ter um plano de contingência. Pois não teria impacto macro, mas micro iria ter. Lançamos um plano, mandamos ao congresso, via BNDES, para atender as empresas em condição especial. Presidente continua fazendo papel de mascate… Produzindo coisas boas, as melhores do mundo, não temos dificuldade em realocar nossas exportações”, disse Haddad.
Em entrevista ao ICL notícias, ele disse que sua expectativa é de que o assunto seja superado após o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Acredito que isso vai passar, foi uma ingerência de um país sobre nós, de um assunto que não é nem do Executivo, é da Justiça (…) Passada essa fase aguda, julgamento, publicação da decisão [sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro], acredito que isso vai ser superado. Pois não tem base econômica, só pode estar baseada em desinformação”, disse Haddad.
O ministro da Fazenda disse que as exportações brasileiras se diversificaram nos últimos dez anos m relação aos primeiros mandatos do presidente Lula (2003 a 2010). “Lula ficou surpreso com o fato de que estamos exportando metade do que exportávamos como proporção da pauta brasileira, do primeiro mandato dele para ca. Brasil se diversificou muito”, disse ele.
Acrescentou que somente 4% das exportações brasileiras estão sendo afetadas pelo tarifaço imposto pelo presidente norte-americano, Donald Trump, sendo que mais da metade era de “commodities” (produtos básicos com cotação internacional). Segundo ele, essas vendas externas tendem “rapidamente direcionadas para outras regiões”.
“Eu disse ao presidente que achava que iriamos segurar bem, mas que teríamos de ter um plano de contingência. Pois não teria impacto macro, mas micro iria ter. Lançamos um plano, mandamos ao congresso, via BNDES, para atender as empresas em condição especial. Presidente continua fazendo papel de mascate… Produzindo coisas boas, as melhores do mundo, não temos dificuldade em realocar nossas exportações”, disse Haddad.
