Acusado de monitorar autoridades agia como um síndico, solucionando ‘problemas’ com usuários
O homem preso por planejar o assassinato de autoridades paulistas agia como uma espécie de “síndico do crime” no interior de São Paulo. De acordo com investigações, Victor Hugo da Silva, conhecido como Falcão, era o responsável por resolver conflitos, impor regras e fiscalizar o cumprimento das ordens do PCC na região oeste do estado de São Paulo.
Segundo o Ministério Público, ele também assumiu a missão de monitorar o coordenador de presídios Roberto Medina, chefe da Coordenadoria de Unidades Prisionais da Região Oeste (Croeste). Ele e a esposa eram alvos de um plano de execução descoberto pela polícia.
As investigações começaram após a prisão de Falcão, em julho, por tráfico de drogas. No celular dele, os investigadores encontraram centenas de fotos, vídeos, áudios e mapas com informações detalhadas sobre as vítimas.
A operação deflagrada na sexta-feira (24) cumpriu 25 mandados de busca e apreensão em sete cidades do interior paulista, com o objetivo de reunir mais provas e impedir que o grupo destruísse dados armazenados dentro do sistema penitenciário.
A investigação apontou ainda que o plano incluía o promotor Lincoln Gakya, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que há mais de duas décadas atua em processos contra o PCC.
As autoridades afirmam que a operação conseguiu impedir a execução das ordens e evitou novos ataques. O material apreendido agora será usado para identificar mandantes e rastrear a estrutura paralela de comando da facção fora dos presídios, que segue operando com disciplina militar e forte poder de intimidação.
Esta semana a polícia desvendou um plano de bandidos do PCC para matar autoridades de São Paulo.
O homem preso por planejar o assassinato de autoridades paulistas agia como uma espécie de “síndico do crime” no interior de São Paulo. De acordo com investigações, Victor Hugo da Silva, conhecido como Falcão, era o responsável por resolver conflitos, impor regras e fiscalizar o cumprimento das ordens do PCC na região oeste do estado de São Paulo.
Segundo o Ministério Público, ele também assumiu a missão de monitorar o coordenador de presídios Roberto Medina, chefe da Coordenadoria de Unidades Prisionais da Região Oeste (Croeste). Ele e a esposa eram alvos de um plano de execução descoberto pela polícia.
As investigações começaram após a prisão de Falcão, em julho, por tráfico de drogas. No celular dele, os investigadores encontraram centenas de fotos, vídeos, áudios e mapas com informações detalhadas sobre as vítimas.
A operação deflagrada na sexta-feira (24) cumpriu 25 mandados de busca e apreensão em sete cidades do interior paulista, com o objetivo de reunir mais provas e impedir que o grupo destruísse dados armazenados dentro do sistema penitenciário.
A investigação apontou ainda que o plano incluía o promotor Lincoln Gakya, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que há mais de duas décadas atua em processos contra o PCC.
As autoridades afirmam que a operação conseguiu impedir a execução das ordens e evitou novos ataques. O material apreendido agora será usado para identificar mandantes e rastrear a estrutura paralela de comando da facção fora dos presídios, que segue operando com disciplina militar e forte poder de intimidação.
Esta semana a polícia desvendou um plano de bandidos do PCC para matar autoridades de São Paulo.
