Um policial civil morreu e 4 policiais militares ficaram feridos durante uma megaoperação realizada nesta terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio. A ação, batizada de Operação Contenção, mobilizou cerca de 2.500 agentes das polícias Civil e Militar, além de promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro.
A operação foi deflagrada após mais de um ano de investigações da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), com o objetivo de cumprir centenas de mandados de prisão e busca e apreensão contra lideranças do Comando Vermelho, facção que atua em 26 comunidades da região.
Durante o avanço das forças de segurança, criminosos reagiram com tiros e ergueram barricadas em chamas para dificultar o acesso dos agentes. O confronto resultou na morte de um policial civil, ainda não identificado, e deixou quatro PMs feridos — um deles foi baleado na perna enquanto atuava em uma área de mata.
Além dos agentes, outras três pessoas foram atingidas por balas perdidas: um homem em situação de rua, uma mulher que estava em uma academia próxima ao batalhão de Olaria e um homem encontrado em um ferro-velho. Todos foram socorridos.
A operação também resultou em 17 prisões e na apreensão de um fuzil. Helicópteros, blindados, drones e veículos de demolição foram utilizados para garantir o avanço das tropas.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que cinco unidades de atenção primária suspenderam o atendimento na região, e 43 escolas foram impactadas, afetando milhares de alunos.
O governador Cláudio Castro afirmou que a ação é uma demonstração de força do Estado contra o crime organizado. “Estamos atuando com força máxima e de forma integrada para deixar claro que o poder é do Estado. Os verdadeiros donos desses territórios são os cidadãos de bem”, declarou.
A operação foi deflagrada após mais de um ano de investigações da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), com o objetivo de cumprir centenas de mandados de prisão e busca e apreensão contra lideranças do Comando Vermelho, facção que atua em 26 comunidades da região.
Durante o avanço das forças de segurança, criminosos reagiram com tiros e ergueram barricadas em chamas para dificultar o acesso dos agentes. O confronto resultou na morte de um policial civil, ainda não identificado, e deixou quatro PMs feridos — um deles foi baleado na perna enquanto atuava em uma área de mata.
Além dos agentes, outras três pessoas foram atingidas por balas perdidas: um homem em situação de rua, uma mulher que estava em uma academia próxima ao batalhão de Olaria e um homem encontrado em um ferro-velho. Todos foram socorridos.
A operação também resultou em 17 prisões e na apreensão de um fuzil. Helicópteros, blindados, drones e veículos de demolição foram utilizados para garantir o avanço das tropas.
A Secretaria Municipal de Saúde informou que cinco unidades de atenção primária suspenderam o atendimento na região, e 43 escolas foram impactadas, afetando milhares de alunos.
O governador Cláudio Castro afirmou que a ação é uma demonstração de força do Estado contra o crime organizado. “Estamos atuando com força máxima e de forma integrada para deixar claro que o poder é do Estado. Os verdadeiros donos desses territórios são os cidadãos de bem”, declarou.
