A Polícia Civil de São Paulo prendeu nesta sexta-feira (31) nove suspeitos de integrar uma quadrilha que usava uma espécie de escritório de “coworking de fraudes” para aplicar golpes a partir do sistema de processos digitais do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).
Quatro prisões, realizadas pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), foram em uma mansão de luxo na cidade de Guarujá, no litoral paulista.
No local, foram encontrados diversos dispositivos eletrônicos e aparelhos celulares. Nos computadores utilizados pela quadrilha, constatou-se acesso ao Sistema ESAj, portal do TJ/SP onde tramitam os processos.
Segundo as investigações, havia um “coworking para prática do golpe de falsos advogados, que, por meio de senhas, acessavam processos judiciais e se passavam por advogados” enganando as vítimas.
Outras cinco pessoas foram presas na cidade de São Paulo acusadas de fornecer contas para receber o dinheiro das vítimas.
Quatro prisões, realizadas pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), foram em uma mansão de luxo na cidade de Guarujá, no litoral paulista.
No local, foram encontrados diversos dispositivos eletrônicos e aparelhos celulares. Nos computadores utilizados pela quadrilha, constatou-se acesso ao Sistema ESAj, portal do TJ/SP onde tramitam os processos.
Segundo as investigações, havia um “coworking para prática do golpe de falsos advogados, que, por meio de senhas, acessavam processos judiciais e se passavam por advogados” enganando as vítimas.
Outras cinco pessoas foram presas na cidade de São Paulo acusadas de fornecer contas para receber o dinheiro das vítimas.
