O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu nesta quarta-feira (12) a atuação da Procuradoria-Geral da República (PGR) ao longo dos últimos dois anos.
Em sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que avalia a recondução de Gonet ao cargo, o procurador afirmou que a PGR não tem “bandeiras partidárias” e que o órgão não oferece “denúncias precipitadas”.
Atual PGR, Paulo Gonet foi indicado à recondução pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em agosto (leia mais abaixo).
Alcolumbre libera CCJ para votar recondução de Gonet à PGR
Ele ocupa o cargo mais alto do Ministério Público Federal desde dezembro de 2023, também por indicação de Lula.
Para ser reconduzido à função, Gonet precisa ser aprovado pela CCJ e, depois, pelo plenário do Senado. A expectativa é que todo o processo ocorra ainda nesta quarta.
No discurso inicial aos membros da comissão, Paulo Gonet reafirmou o compromisso de respeitar o “regime constitucional e legal” e fez um balanço de seu atual mandato à frente da PGR.
– Esta reportagem está em atualização
Em sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) que avalia a recondução de Gonet ao cargo, o procurador afirmou que a PGR não tem “bandeiras partidárias” e que o órgão não oferece “denúncias precipitadas”.
Atual PGR, Paulo Gonet foi indicado à recondução pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em agosto (leia mais abaixo).
Alcolumbre libera CCJ para votar recondução de Gonet à PGR
Ele ocupa o cargo mais alto do Ministério Público Federal desde dezembro de 2023, também por indicação de Lula.
Para ser reconduzido à função, Gonet precisa ser aprovado pela CCJ e, depois, pelo plenário do Senado. A expectativa é que todo o processo ocorra ainda nesta quarta.
No discurso inicial aos membros da comissão, Paulo Gonet reafirmou o compromisso de respeitar o “regime constitucional e legal” e fez um balanço de seu atual mandato à frente da PGR.
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